Thiago Henrique de Morais
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Enquanto vários clubes seguem investindo na contratação de jogadores para o Candangão, a principal figura do certame sequer chegou aos times de forma definitiva. Trata-se da bola da competição, que ainda não foi enviada pela Federação Brasiliense de Futebol (FBF) às 12 agremiações que darão início ao torneio neste sábado.
Diferentemente do ano passado, quando a bola do campeonato foi a desconhecida e muito criticada Trivella, a forecedora deste ano é a Penalty, presente inclusive na Série C do Brasileiro. Entrentanto, a FBF sequer passou um prazo aos clubes para o envio das bolas, assim como não se sabe a quantidade que cada equipe receberá.
Sem planejamento e ordem
De acordo com o secretário-geral da da FBF, Ademilton Ricardo, o Pavão, a expectivativa é de que as bolas cheguem à entidade somente hoje, mas ainda sem qualquer previsão sobre quantas serão distribuidas aos times.
“Ainda não sabemos se chegarão todas. O certo é que teremos pelo menos três bolas por mando de campo”, disse.
Isso faz com que alguns clubes, que contam com um bom poder aquisitivo, corram atrás da própria fornecedora ou em lojas de materiais esportivos para adquirir o produto o mais rápido possível. O Brasiliense é um bom exemplo disso. No treino de ontem, o time conseguiu colocar à disposição dos jogadores três bolas que serão usadas nos jogos do Candangão. Outras, no entanto, são de marcas diferentes. Somente nos próximos treinos o time poderá contar com outras bolas da Penalty, que também foram adquiridas com o dinheiro do clube.
“São bolas totalmente diferentes, principalmente na forma que se deve bater. Eles (jogadores) se adaptam rápido, mas seria bom que já estivesse aqui”, destacou o técnico Márcio Fernandes.