O treino tático do Brasiliense, na tarde de ontem, no estádio Serejão, foi dividido em duas etapas. Mas nada planejado pela comissão técnica. Um fenômeno pouco comum em Brasília no mês de agosto foi responsável pela divisão da atividade no Jacaré: a chuva.
Uma tímida garoa, que não chegou a cair por dez minutos no Serejão, foi o suficiente para não só ajudar a refrescar os jogadores, como também diminuir o calor na casa do time amarelo.
A chuva bem-vinda nesta época só não pode voltar a cair na partida de domingo contra a Anapolina, no mesmo estádio Serejão. Ao menos é essa a expectativa do técnico Marcos Soares.
“Na verdade, foram alguns pingos, né? O Brasiliense está muito bem preparado para esse jogo. A Anapolina terá de se deslocar, sair do habitat natural. O calor e a secura vão ser mais fatores que podem dificultar a vida deles”, acredita.
Bom para os jogadores
Para o meia Rodrigo, que teve passagens por diversos times do futebol brasileiro e enfrentou os mais variados climas, a queda na temperatura, ao menos no treino de ontem, foi primordial para um rendimento ainda melhor.
“Deu pra sentir um pouco da chuva. Fazia muito tempo que não chovia na cidade e até minha família já está reclamando desse clima seco. Com certeza conseguimos render melhor“, disse o jogador.