Petronilo Oliveira
e Ian Ferraz
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No dia 29 de dezembro de 2011, os clubes renuiram-se, com exceção do Brasiliense e definiram que a única vantagem nas semifinais e finais de turno seria o mando do jogo. Entretanto, Luiz Estevão, homem-forte do Jacaré, sugeriu que o melhor no grupo também tivesse a vantagem do empate. As demais agremiações concordaram. E, desta forma, o Gato, melhor do Grupo B, eliminou o Jacaré, segundo na A, após empate sem gols no Abadião.
A igualdade fez com que o Ceilândia avançasse para a decisão do segundo turno, quando enfrentará o Luziânia, no Serra do Lago. Desta vez, com vantagem para os goianos, donos da melhor campanha do torneio local.
Ao fim do bem disputado confronto da tarde de ontem, de forma irônica o técnico Adelson de Almeida, com passagem frustrante pelo time amarelo, mandou seu recado: “Agradeço ao seu Luiz Estevão. Pois ele mudou o regulamento e nos deu esse presente”. Presidente do Conselho Deliberativo do Alvinegro, José Beni foi ainda mais sarcástico ao cutucar o mandatário do rival. “Nós ganhamos um presente do Luiz Estevão. Ele achou que não ocorreria disputa de pênaltis com o empate. Pois devia pensar que o time dele era muito superior ao nosso”, sorriu Beni, abraçando jogadores e dirigentes após o jogo.
Destaque do primeiro tempo, o atacante Hugo só não foi melhor por ter sido deslocado para a ala direita no intervalo. Sobre a alteração, ele não criticou Barbieri. Mas não faltou protesto contra a arbitragem e o campeonato em geral. “Isso é uma m… Isso é de acordo com o campeonato, né? Várzea”, atacou Hugo.
Um dos mais criticados foi oa atacante Daniel Amorim. Além de perder boas oportunidades, ele estave meio disperso no jogo. “Nossa equipe foi bem, mas eles tinham a vantagem e souberam usar. O Luiz Estevão nos orientou no intervalo. Não deu esporro. Agora é levantar a cabeça”, declarou Amorim.