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Futebol

Ceilândia e Friburguense ficam no 0 a 0

Arquivo Geral

02/09/2012 19h38

Marcus Pereira
marcus.eduardo@jornaldebrasilia.com.br

No segundo encontro entre candangos e rivais do Rio de Janeiro, nos gramados da capital federal, neste final de semana, o empate sem gols entre Ceilândia e Friburguense neste domingo (02), no Abadião, teve um sabor amargo para o Gato.

Com o placar de 0 a 0, pelas oitavas de final da Série D, o time carioca volta pra casa com um importante resultado, dependendo somente de uma vitória simples para poder avançar para a fase seguinte. Com um aproveitamento de quase 100% dentro de casa, o Friburguense se mostra um adversário complicado no Estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo.

O fraco desempenho do Alvinegro era visível durante a partida, que teve pouquíssimos momentos de perigo para os dois lados. Para o principal e único atacante do Gato na partida, Dimba, a falta de agressividade foi fator primordial para o resultado positivo não aparecer.

“Nós abdicamos de atacar. Fiquei totalmente isolado lá na frente e isso dificultou muito a chegada da nossa equipe ao gol adversário”, observou o camisa sete, que pouco pegou na bola.

Ao invés de lamentar, Dimba accredita que o resultado não foi tão ruim assim para o Gato. “Esse próximo jogo será totalmente diferente, pois eles sabem que se abrirem e vierem para cima nós vamos procurar acertar um contra-ataque para fazer um gol que pode até nos classificar”, finalizou.

Fazendo coro a seu companheiro, o volante Thompson também acredita na vitória fora de casa. No entanto, será preciso atacar. “Na casa deles, teremos que ter um pouco mais de atitude e ir pra cima deles. Acredito na vitória pois somos profissionais e trabalhamos para isso”, acrescentou.

Poucas chances
A partida era monótona até a metade do primeiro tempo, quando Allan Dellon acertou um bom chute defendido pelo goleiro Marcos. A resposta venho em seguida, com uma bola na trave de Lucas.

A partida parecia finalmente ficar interessante, mas nada aconteceu. No segundo tempo, uma única cabeçada de Tavares, após cruzamento de Kabrine, levantou a torcida e nada mais aconteceu.

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