A alegria dos tempos de Série A-2 parece ser coisa do passado na Portuguesa. Na tarde deste sábado, a equipe lusa saiu na frente do placar, mas viu o Ceará dançar o vira em pleno Canindé e vencer por 2 x 1, pela quarta rodada da Série B. A agonia de 2006, quando brigou para escapar do descenso à Terceirona até a última rodada, parece estar de volta na Lusa.
A Lusa não perdia em casa desde o dia 28 de fevereiro, quando levou 2 x 0 do Atlético Sorocaba na 11ª rodada da fase de classificação da A-2. Neste sábado, os torcedores puderam observar uma base diferente daquela que atuou na segunda divisão paulista. O técnico Vagner Benazzi promoveu a estréia de Luiz Henrique, Pedro Ayub e Rogério, reforços contratados especialmente para a Segundona.
O âmbito geral até foi positivo, pois a Lusa manteve a posse de bola a maior parte dos 90 minutos. Entretanto a defesa mostrou que a fase não é boa: os dois gols do Ceará, marcados por Ciel e Niel, saíram em jogadas de contra-ataque e contaram com a ‘colaboração’ da defesa. No ataque, a Portuguesa criou jogadas após Tiago converter um pênalti, mas a maioria saía longe das metas ou parava nas mãos de Adílson.
A derrota deixa a Portuguesa na 17ª posição, com apenas três pontos ganhos. O Ceará vai aos sete tentos e se aproxima dos primeiros colocados da tabela. Na próxima rodada, a Rubro-verde encarar o Ituano, na sexta, fora de casa. O Vovô faz o clássico cearense com o Fortaleza, também na sexta, no Castelão.
Repleta de novidades como o meia Rogério, o zagueiro Luiz Henrique e o volante Pedro Ayub, a Portuguesa começou mais empolgada no jogo. Logo aos quatro minutos, o lateral-esquerdo Leonardo, retornando à equipe após ganhar folga da diretoria, tabelou com Diogo e saiu na cara do gol, finalizando por cima do travessão.
O camisa 6 era a principal peça lusitana na partida, sendo o responsável direto por todas as jogadas de ataque da equipe, incluindo o lance do gol. Aos 19 minutos, Leonardo recebeu passe enfiado dentro da área, tentou passar pela marcação de Edmílson, mas acabou derrubado pelo volante rival. Pênalti marcado e convertido pelo goleiro Tiago, que ainda esbanjou uma paradinha antes de concluir às redes.
O gol dava a impressão de uma vitória fácil no Canindé, pela forma como o Ceará caiu de produção. Os visitantes apareceram com perigo no começo do jogo, sempre em jogadas de contra-ataque. Aos dois, Barbieri roubou a bola no campo de jogo da Lusa, avançou com liberdade e chutou para uma boa defesa de Tiago. Aos 11, Isac subiu mais que a defesa para desviar um escanteio.
A disposição da Rubro-verde impedia os nordestinos de esboçarem uma reação, mas o ditado ‘quem não faz toma’ prevaleceu mais uma vez na máxima futebolística. Aos 30, Diogo e Leonardo tabelaram bonito no meio-campo, o lateral saiu livre e finalizou rasteiro, com perigo. Dois minutos depois veio o castigo.
Na saída de bola, Barbieri aproveitou novamente sua velocidade passou por toda a marcação lusitana e lançou na medida para Ciel, que driblou Luiz Henrique e fuzilou sem chances de defesa para Tiago. Diferente do esperado, o empate não abalou a Portuguesa e a equipe teve mais duas boas chances, ambas em cobranças de escanteio. Aos 37 Vaguinho cobrou, Diogo cabeceou e o goleiro Adilson espalmou. No minuto seguinte, o atacante cobrou fechado e quase fez olímpico.
Os paulistas seguiam melhores, mas novamente o imponderável apareceu no frio Canindé. Aos 42, o Ceará virou em sua quarta tentativa de ataque no jogo. Novamente em contra-ataque, Isac, Tiago Almeida e Ciel avançaram em uma bonita triangulação, a zaga lusitana bateu cabeça e ai foi só abrir para o lateral-direito Niel chuar de fora da área e m arcar.
Na etapa final, a superioridade técnica da Lusa já era coisa do passado. O técnico Vagner Benazzi colocou em campo o centroavante Clayton. Pouco adiantou e as falhas ofensivas continuaram ainda mais visíveis. Logo no início, Vaguinho perdeu duas chances seguidas. Na segunda, aos quatro, o atacante recebeu passe de Diogo e acertou a trave de Adílson.
O Ceará cresceu e passou a jogar de igual para igual com a vantagem no placar. Perdeu chances com Isac e Ciel, e viu o seu goleiro salvar chances de Diogo e Vaguinho. Nos minutos finais, a tônica foi de uma Portuguesa desesperada no ataque, que tropeçava nas próprias pernas e desperdiçava as muitas chances criadas por seus atacantes. O Ceará, de bem com a vida, conseguiu se segurar na defesa e sair de São Paulo com três pontos ganhos.
A Lusa não perdia em casa desde o dia 28 de fevereiro, quando levou 2 x 0 do Atlético Sorocaba na 11ª rodada da fase de classificação da A-2. Neste sábado, os torcedores puderam observar uma base diferente daquela que atuou na segunda divisão paulista. O técnico Vagner Benazzi promoveu a estréia de Luiz Henrique, Pedro Ayub e Rogério, reforços contratados especialmente para a Segundona.
O âmbito geral até foi positivo, pois a Lusa manteve a posse de bola a maior parte dos 90 minutos. Entretanto a defesa mostrou que a fase não é boa: os dois gols do Ceará, marcados por Ciel e Niel, saíram em jogadas de contra-ataque e contaram com a ‘colaboração’ da defesa. No ataque, a Portuguesa criou jogadas após Tiago converter um pênalti, mas a maioria saía longe das metas ou parava nas mãos de Adílson.
A derrota deixa a Portuguesa na 17ª posição, com apenas três pontos ganhos. O Ceará vai aos sete tentos e se aproxima dos primeiros colocados da tabela. Na próxima rodada, a Rubro-verde encarar o Ituano, na sexta, fora de casa. O Vovô faz o clássico cearense com o Fortaleza, também na sexta, no Castelão.
Repleta de novidades como o meia Rogério, o zagueiro Luiz Henrique e o volante Pedro Ayub, a Portuguesa começou mais empolgada no jogo. Logo aos quatro minutos, o lateral-esquerdo Leonardo, retornando à equipe após ganhar folga da diretoria, tabelou com Diogo e saiu na cara do gol, finalizando por cima do travessão.
O camisa 6 era a principal peça lusitana na partida, sendo o responsável direto por todas as jogadas de ataque da equipe, incluindo o lance do gol. Aos 19 minutos, Leonardo recebeu passe enfiado dentro da área, tentou passar pela marcação de Edmílson, mas acabou derrubado pelo volante rival. Pênalti marcado e convertido pelo goleiro Tiago, que ainda esbanjou uma paradinha antes de concluir às redes.
O gol dava a impressão de uma vitória fácil no Canindé, pela forma como o Ceará caiu de produção. Os visitantes apareceram com perigo no começo do jogo, sempre em jogadas de contra-ataque. Aos dois, Barbieri roubou a bola no campo de jogo da Lusa, avançou com liberdade e chutou para uma boa defesa de Tiago. Aos 11, Isac subiu mais que a defesa para desviar um escanteio.
A disposição da Rubro-verde impedia os nordestinos de esboçarem uma reação, mas o ditado ‘quem não faz toma’ prevaleceu mais uma vez na máxima futebolística. Aos 30, Diogo e Leonardo tabelaram bonito no meio-campo, o lateral saiu livre e finalizou rasteiro, com perigo. Dois minutos depois veio o castigo.
Na saída de bola, Barbieri aproveitou novamente sua velocidade passou por toda a marcação lusitana e lançou na medida para Ciel, que driblou Luiz Henrique e fuzilou sem chances de defesa para Tiago. Diferente do esperado, o empate não abalou a Portuguesa e a equipe teve mais duas boas chances, ambas em cobranças de escanteio. Aos 37 Vaguinho cobrou, Diogo cabeceou e o goleiro Adilson espalmou. No minuto seguinte, o atacante cobrou fechado e quase fez olímpico.
Os paulistas seguiam melhores, mas novamente o imponderável apareceu no frio Canindé. Aos 42, o Ceará virou em sua quarta tentativa de ataque no jogo. Novamente em contra-ataque, Isac, Tiago Almeida e Ciel avançaram em uma bonita triangulação, a zaga lusitana bateu cabeça e ai foi só abrir para o lateral-direito Niel chuar de fora da área e m arcar.
Na etapa final, a superioridade técnica da Lusa já era coisa do passado. O técnico Vagner Benazzi colocou em campo o centroavante Clayton. Pouco adiantou e as falhas ofensivas continuaram ainda mais visíveis. Logo no início, Vaguinho perdeu duas chances seguidas. Na segunda, aos quatro, o atacante recebeu passe de Diogo e acertou a trave de Adílson.
O Ceará cresceu e passou a jogar de igual para igual com a vantagem no placar. Perdeu chances com Isac e Ciel, e viu o seu goleiro salvar chances de Diogo e Vaguinho. Nos minutos finais, a tônica foi de uma Portuguesa desesperada no ataque, que tropeçava nas próprias pernas e desperdiçava as muitas chances criadas por seus atacantes. O Ceará, de bem com a vida, conseguiu se segurar na defesa e sair de São Paulo com três pontos ganhos.