Com o temor de possíveis retaliações por parte do Atlético-PR, a diretoria do São Paulo planeja evitar a presença dos atacantes Dagoberto e Aloísio no jogo de domingo na Arena da Baixada, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Os dois jogadores foram criticados por dirigentes do Furacão após acertarem transferência para o Tricolor do Morumbi. Inicialmente, a direção são-paulina é favorável à liberação dos atletas da partida na capital paranaense.
O vice de futebol do São Paulo, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, promete ter uma conversa nesta quarta-feira com o técnico Muricy Ramalho para abordar o assunto. O treinador ficou de analisar a situação de Dagoberto e Aloísio, já que tem à disposição um elenco pequeno e ainda perdeu três jogadores por suspensão (André Dias, Hernanes e Souza) para a despedida no Campeonato Brasileiro.
“Amanhã vou estar no CT e aí falarei com o Muricy sobre esse assunto. A idéia é ambos ficarem de fora da partida contra o Atlético-PR. Não precisamos expor os dois. Quando tiver necessidade, eles vão”, afirmou Leco.
Por enquanto, Leco garante que o São Paulo ainda não conversou sobre um esquema especial de segurança na Arena da Baixada. Em 2005, o presidente do Conselho Deliberativo do Furacão, Mário Celso Petraglia, chegou a hostilizar o médico José Sanchez e o zagueiro Alex no confronto do primeiro turno pelo Campeonato Brasileiro.
“É perigoso jogar lá (na Arena da Baixada) até para os outros jogadores do São Paulo”, admitiu Leco, lamentando algumas atitudes polêmicas da diretoria do Atlético-PR.
O vice de futebol do São Paulo, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, promete ter uma conversa nesta quarta-feira com o técnico Muricy Ramalho para abordar o assunto. O treinador ficou de analisar a situação de Dagoberto e Aloísio, já que tem à disposição um elenco pequeno e ainda perdeu três jogadores por suspensão (André Dias, Hernanes e Souza) para a despedida no Campeonato Brasileiro.
“Amanhã vou estar no CT e aí falarei com o Muricy sobre esse assunto. A idéia é ambos ficarem de fora da partida contra o Atlético-PR. Não precisamos expor os dois. Quando tiver necessidade, eles vão”, afirmou Leco.
Por enquanto, Leco garante que o São Paulo ainda não conversou sobre um esquema especial de segurança na Arena da Baixada. Em 2005, o presidente do Conselho Deliberativo do Furacão, Mário Celso Petraglia, chegou a hostilizar o médico José Sanchez e o zagueiro Alex no confronto do primeiro turno pelo Campeonato Brasileiro.
“É perigoso jogar lá (na Arena da Baixada) até para os outros jogadores do São Paulo”, admitiu Leco, lamentando algumas atitudes polêmicas da diretoria do Atlético-PR.