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Futebol

Capitão reserva, Toloi pode assumir titularidade na fase de grupos

Arquivo Geral

28/01/2013 10h02

Elogiado até por dirigentes do São Paulo no ano passado, Rafael Toloi iniciou esta temporada surpreendentemente no banco, mas pode voltar ao time em breve. O jogador, que perdeu a posição para o recém-contratado Lúcio e usou a braçadeira de capitão na vitória dos reservas sobre o Atlético Sorocaba, brigará por espaço caso a equipe confirme a classificação para a fase de grupos da Libertadores.

 

“Em função desse compromisso com o Bolívar, não quis mexer na estrutura da defesa. Conversando com o jogador, ele me disse que a experiência desde as categorias de base foi sempre pelo lado direito. Assim que passarmos de fase, nos treinamentos, no Campeonato Paulista, a gente pode fazer essa escolha por ele”, diz o treinador.

 

Rhodolfo é quem pode dançar nessa. Embora não seja habituado a jogar pela esquerda, lado em que atua o camisa 4, Toloi terá tempo para ser testado por ali, já que a primeira partida da fase de grupos do torneio continental está marcada para 13 de fevereiro, contra o Atlético-MG – os outros adversários do grupo 3 são The Strongest (Bolívia) e Arsenal (Argentina).

 

“Pela experiência que eu tenho, acho que não vai haver problema nenhum. Só preferi entrar com cada um na sua para que não desse nenhum erro contra o Bolívar”, falou Ney Franco, salientando mais uma vez o receio de, pela mudança, jogar por terra a classificação e consequentemente o primeiro semestre.

 

Titular ou reserva, Toloi vem mostrando personalidade para lutar pelo espaço que não demorou a conquistar no ano passado, assim que foi contratado do Goiás. No sábado, fez jus à braçadeira de capitão que é usada pelo goleiro Rogério Ceni, líder do grupo.

 

“Ele tem perfil para ser capitão. É um jogador que se comunica bem, tem facilidade para chegar à arbitragem. Ele entende bem a parte tática, sabe cobrar os atletas e já foi capitão no Goiás”, aprovou o comandante são-paulino, que, juntamente com a delegação tricolor, viaja a Bolívia nesta segunda-feira, dois dias antes da partida de volta contra o Bolívar – pela goleada por 5 a 0 no Morumbi, seu time pode perder por até quatro gols de diferença para avançar.

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    Arquivo Geral

    28/01/2013 9h52

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    “Em função desse compromisso com o Bolívar, não quis mexer na estrutura da defesa. Conversando com o jogador, ele me disse que a experiência desde as categorias de base foi sempre pelo lado direito. Assim que passarmos de fase, nos treinamentos, no Campeonato Paulista, a gente pode fazer essa escolha por ele”, diz o treinador.

     

    Rhodolfo é quem pode dançar nessa. Embora não seja habituado a jogar pela esquerda, lado em que atua o camisa 4, Toloi terá tempo para ser testado por ali, já que a primeira partida da fase de grupos do torneio continental está marcada para 13 de fevereiro, contra o Atlético-MG – os outros adversários do grupo 3 são The Strongest (Bolívia) e Arsenal (Argentina).

     

    “Pela experiência que eu tenho, acho que não vai haver problema nenhum. Só preferi entrar com cada um na sua para que não desse nenhum erro contra o Bolívar”, falou Ney Franco, salientando mais uma vez o receio de, pela mudança, jogar por terra a classificação e consequentemente o primeiro semestre.

     

    Titular ou reserva, Toloi vem mostrando personalidade para lutar pelo espaço que não demorou a conquistar no ano passado, assim que foi contratado do Goiás. No sábado, fez jus à braçadeira de capitão que é usada pelo goleiro Rogério Ceni, líder do grupo.

     

    “Ele tem perfil para ser capitão. É um jogador que se comunica bem, tem facilidade para chegar à arbitragem. Ele entende bem a parte tática, sabe cobrar os atletas e já foi capitão no Goiás”, aprovou o comandante são-paulino, que, juntamente com a delegação tricolor, viaja a Bolívia nesta segunda-feira, dois dias antes da partida de volta contra o Bolívar – pela goleada por 5 a 0 no Morumbi, seu time pode perder por até quatro gols de diferença para avançar.

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