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Futebol

Briga pela camisa 10 do Galo continua

Arquivo Geral

17/01/2008 0h00

Com a contusão de Tchô e a não contratação dos nomes sondados pela diretoria, a camisa 10 do Atlético Mineiro continua vazia. Desespero para Geninho? Nada disso, o técnico alvinegro está satisfeito com os jogadores que tem no elenco.

A 15 dias da estréia do time no Campeonato Mineiro, o comandante ainda avalia as opções que tem. ‘Eu estou observando. Quanto nós não tivemos a oportunidade de trazermos aquele jogador que a gente queria, ficou aberta a disputa ali. Então, eu estou dando chance para todos aqueles que eu acho que tenham chance ali, e vou colocando para ver se alguém usa aquilo dali, da maneira que eu acho que tenha que ser usado’, explicou o treinador.

Nos trabalhos técnicos e nos coletivos dessa semana, Geninho mostrou que vai exigir muito do armador do time na preparação das jogadas, já que espera jogar com três atacantes. Apesar de ter pelo menos quatro opções, o meia Gérson, aos olhos do treinador, é o que tem mais chances de ganhar essa disputa.

“Como terminou o campeonato jogando, ele tem começado os coletivos. E é um bom jogador. Mas eu tenho os outros jogadores, com a contusão do Tchô, eu tenho o Marques, que eu tenho utilizado muito como meia, o Thiago Silva, o Sidney, vários jogadores que podem atuar naquela posição”, explicou Geninho.

Para a posição o Atlético sonhava com o argentino Gallardo, do Paris Saint-Germain, da França. Um impasse no tempo de duração do contrato e nos salários, porém, frustrou as intenções da diretoria. Ricardinho, do Besiktas, da Turquia, e Roger, que acertou com o Grêmio, também foram tentados. Agora, o Atlético estaria interessado em Renato, ex-Flamengo e que hoje está no Al-Nasr, dos Emirados Árabes.

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