Thiago Henrique de Morais
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O mito de que o mundo vai acabar em dezembro deste ano parece ter atingindo os principais clubes do Distrito Federal. Enquanto o Gama viveu um dos piores anos de sua história, o Brasiliense passou pelo seu primeiro ano cabalístico, deixando o torcedor à espera de conquistas e alegrias.
Apesar de ter disputado a Copa do Brasil, sendo eliminado ainda na primeira partida do torneio, ao ser derrotado pelo Ceará, o Alviverde candango não disputou qualquer divisão do Campeonato Brasileiro pela primeira vez desde 1994. “Nós pegamos um time afundado em dívidas. Não há como resgatar o futebol em apenas seis meses“, explicou o então presidente do Gama, Oldemar Antunes. Ontem, o Periquito elegeu Antonio Alves do Nascimento Neto, o Tonhão, como novo presidente da agremiação. Oldemar será o vice-presidente administrativo. O pleito ocorreu com apenas uma chapa.
O Brasiliense também viveu uma temporada complicada. Pela primeira vez desde que começou a disputar Brasileiros, o time de Luiz Estevão terminou o ano antes do último trimestre. Motivos não faltaram. Nesse ano, o Jacaré contou com 65 jogadores em seu plantel, entre o Candangão e a Série C.
“Foi o pior ano da história, pois fizemos opções erradas na formação. Escolhemos mal os jogadores e, quando não acertamos, temos que ir trocando”, confirmou o homem-forte do time amarelo.
Renovação
Do elenco que terminou a Série C, somente 17 jogadores permaneceram no elenco do Jacaré. A única contratação efetivada é a do lateral-direito Dudu, revelado pelo Gama e que esteve no elenco do Ceilândia, que jogou a Série D. “Além dele, temos outros seis jogadores contratados”, garantiu Estevão, que ainda complementou: “Não queremos repetir os mesmos erros.”