< !--StartFragment -- >Perplexa com a pancadaria ocorrida no CT do Fazendão nesta quarta-feira, quando cerca de 50 torcedores de uma organizada do Bahia invadiram o local e agrediram jogadores e comissão técnica, a diretoria do Bahia já anunciou a tomada de medidas drásticas. Em contato com o Ministério Público, a extinção da organizada será pedida pelo clube.
Os agressores, integrantes da torcida Terror Tricolor, foram detidos pela polícia ainda no local da confusão, fichados na delegacia e liberados. A partir do momento em que ocorrer a identificação dos agressores, o órgão público deve promover ação contra o grupo.
“Não posso (dizer qual é o próximo passo), até porque não vi as fitas. Vou ver amanhã (quinta-feira) e conversar com o promotor Nivaldo Aquino. Sendo constatado que foi uma coisa organizada, e não duas ou três pessoas isoladas, posso garantir que medidas vão ser tomadas”, explicou o promotor José Renato Oliva, ao Correio da Bahia.
Os promotores do Estado e advogados do Bahia não devem ter problemas para executar a tarefa, já que a maioria dos torcedores trajava camisas com o emblema da organizada. A confusão ainda repercutiu nesta quinta-feira – o meia Elias, um dos que revidou às agressões, pediu dispensa do treinamento tático promovido pelo técnico Arthurzinho.
O treinador tricolor, aliás, foi considerado o responsável por todos os incidentes do Fazendão. “O culpado foi Arturzinho, que disse que não queria conversa”, classificou Carlos Ronei, líder da organizada, em declaração à publicação local.