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Futebol

Bahia busca empate com Criciúma na segunda etapa e evita crise

Arquivo Geral

11/09/2013 23h34

Após sair perdendo por 2 a 0 na primeira etapa, o Bahia conseguiu um importante empate em 2 a 2 com Criciúma diante de sua torcida e evitou que um rival direto por posições disparasse. Apesar de o empate ter sido ruim para ambos, os baianos comemoraram o resultado, obtido a duras penas.

 

Os gols do Criciúma foram marcados ainda na primeira etapa. Feijão fez contra, aos nove minutos e Lins fez um golaço aos 35. No segundo tempo, Fernandão diminuiu, aos 26, de pênalti. Aos 41, Obina fechou o placar.

 

Com o empate, o Tigre foi para 24 pontos e agora é o 10º. O Bahia tem a mesma pontuação e ´we o 12º. As equipes podem terminar a rodada a dois pontos da zona de rebaixamento, em caso de vitória da Portuguesa.

 

Na próxima rodada, o Criciúma encara o Internacional no Heriberto Hulse. Já o Bahia vai até Curitiba, onde enfrenta o Coxa, no Estádio Couto Pereira.

 

O jogo – O Bahia começou melhor a partida e tomou a iniciativa no campo de ataque, tocando bastante a bola e esperando o melhor momento para o bote. Porém, aos nove minutos, um lance mudaria o panorama do jogo.

 

João Vítor recebeu falta na entrada da área e Suéliton foi para a bola. O lateral esquerdo bateu direto para o gol, quando parecia que ia cruzar, e acertou a trave. Na volta, Feijão deu uma canelada e mandou a redonda contra as próprias redes.

 

O gol fez com que a torcida local começasse a vaiar o time, que ficou nervoso e passou a errar demais. Ainda assim, precisando da vitória, o Bahia se lançou ao ataque, ficando exposto ao contra-ataque.

 

O Criciúma demorou a acertar um contra-golpe, mas quando acertou, foi mortal. Aos 35 minutos, Morais recebeu na entrada da área após erro de passe do Bahia no campo de ataque. O meia dominou e enfiou de cavadinha para Lins, que só desviou na saída de Marcelo Lomba, fazendo 2 a 0.

 

O Bahia ensaiou uma pressão no final do jogo, mas parou na boa marcação do Criciúma e em algumas boas intervenções do goleiro Galatto, que garantiu a boa vantagem dos catarinenses até o intervalo.

 

O técnico do Bahia, Cristóvão Borges, mexeu no time para o segundo tempo e colocou em campo William Barbio e Obina. Se o Tricolor da Boa Terra não mostrou nada de diferente tecnicamente com as mexidas, a equipe ganhou muito em vontade.

 

Mas o resultado das investidas do Bahia demorou a aparecer. Apenas a partir dos 20 minutos o time começou a criar chances claras de gol e foi premiado aos 25 minutos.

 

Após cruzamento, Ewerton Páscoa puxou Fernandão dentro da área e o árbitro marcou pênalti. O próprio Fernandão bateu com força para diminuir e incendiar o torcedor do Bahia na Fonte Nova.

 

Os baianos cresceram no jogo e se aproveitaram do calor da torcida para empatar. Obina subiu de cabeça em cruzamento, aos 41 minutos, e mandou para as redes, decretando o resultado final.

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