Após as recusas de Geninho e Emerson Leão, o Atlético-MG vai buscar um nome da nova geração para substituir Levir Culpi e assumir o comando da equipe. O plano B dos dirigentes era Dorival Júnior, contratado pelo rival Cruzeiro na última semana. A aposta agora gira em torno de Vágner Mancini, que recentemente deixou o Paulista para treinar o Al Nassr.
O presidente Ziza Valadares garante que ainda tem outro nome em vista, mas não o revela. Apesar dos dirigentes não falarem abertamente, a falta de dinheiro em caixa vem dificultando as negociações. No caso de Leão, por exemplo, o treinador exigiu o pagamento de pendências antigas para iniciar conversas. Sem dinheiro, o Atlético recuou.
A situação de Mancini, entretanto, é de fácil acerto para o Atlético. Este ano, ele foi contratado pelo Al Nassr no começo de abril com a missão de evitar o rebaixamento do clube. O objetivo já foi atingido com duas rodadas. Agora, restam mais duas para o término da Liga Nacional e o treinador quer brigar por uma vaga na Copa do Golfo. Seu contrato vai até o final de junho, mas o técnico estaria disposto a deixar o Al Nassr no final deste mês, quando se encerra a competição. Antes, não há chances de um retorno ao Brasil.
É bem provável que o auxiliar Cleocir dos Santos, o Tico, continue no comando do Galo para a partida do próximo domingo contra o Botafogo, no Maracanã. Entre os jogadores, a ansiedade pela saída de Levir ao Japão e a demora na escolha do novo treinador já são coisas do passado. “Não me incomodo porque o rendimento do time tem sido praticamente o mesmo”, assegurou o volante germano.
O seu companheiro de posição, Rafael Miranda, vê o outro lado e demonstra preocupação com o planejamento alvinegro para o Brasileirão. “Essa indefinição impede a elaboração de um planejamento a longo prazo, o que é indispensável para um clube ir bem neste Campeonato Brasileiro”, avaliou.
< !--/hotwords -- >O presidente Ziza Valadares garante que ainda tem outro nome em vista, mas não o revela. Apesar dos dirigentes não falarem abertamente, a falta de dinheiro em caixa vem dificultando as negociações. No caso de Leão, por exemplo, o treinador exigiu o pagamento de pendências antigas para iniciar conversas. Sem dinheiro, o Atlético recuou.
A situação de Mancini, entretanto, é de fácil acerto para o Atlético. Este ano, ele foi contratado pelo Al Nassr no começo de abril com a missão de evitar o rebaixamento do clube. O objetivo já foi atingido com duas rodadas. Agora, restam mais duas para o término da Liga Nacional e o treinador quer brigar por uma vaga na Copa do Golfo. Seu contrato vai até o final de junho, mas o técnico estaria disposto a deixar o Al Nassr no final deste mês, quando se encerra a competição. Antes, não há chances de um retorno ao Brasil.
É bem provável que o auxiliar Cleocir dos Santos, o Tico, continue no comando do Galo para a partida do próximo domingo contra o Botafogo, no Maracanã. Entre os jogadores, a ansiedade pela saída de Levir ao Japão e a demora na escolha do novo treinador já são coisas do passado. “Não me incomodo porque o rendimento do time tem sido praticamente o mesmo”, assegurou o volante germano.
O seu companheiro de posição, Rafael Miranda, vê o outro lado e demonstra preocupação com o planejamento alvinegro para o Brasileirão. “Essa indefinição impede a elaboração de um planejamento a longo prazo, o que é indispensável para um clube ir bem neste Campeonato Brasileiro”, avaliou.