Marcus Eduardo Pereira
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Artilheiro e vencedor por onde passou, Dimba já se tornou um folclórico atacante dos gramados do Centro-Oeste. Além do faro de gol apurado, o atual campeão candango de futebol com o Ceilândia, clube que defende, coleciona fatos curiosos durante sua carreira.
Na partida de sábado entre Ceilândia e Brasiliense, o artilheiro do Gato não esteve em campo. Curiosamente, no mesmo horário do confronto entre os líderes, ele se divertia em uma pescaria a poucos quilômetros de Brasília. Mas o que poderia ter sido um ato de indisciplina era apenas uma corriqueira dispensa de jogo. Isso porque Dimba segue aprimorando a parte física para voltar aos gramados e, por opção do técnico Adelson de Almeida, não foi relacionado.
Vice-artilheiro da última competição com 11 gols, Dimba pode encerrar sua carreira neste ano, já que completa 40 anos em dezembro. Aos poucos, ele se acostuma com os últimos momentos em campo e aproveita como pode. “Como eu já sabia que não iria jogar, eu resolvi ir pescar na chácara de um amigo meu fora de Brasília”, revelou o camisa sete, que costuma acompanhar os jogos do Ceilândia quando não está em campo.
Em vez de contar mais uma história de pescador, Dimba foi transparente ao dizer a verdade sobre sua experiência na pescaria. “Olha, vou te contar que essa foi a primeira vez que eu fui pescar. Quando chegamos lá, começou a chover e voltamos. Não deu para pegar nada”, brincou o irreverente artilheiro.
Histórico
As peripécias de Dimba não são novidades. Depois de protagonizar momentos históricos como comer a grama do Maracanã em 1997 pelo Botafogo, e trocar a sigla FBI (departamento de investigação federal dos Estados Unidos) por FMI (Fundo Monetário Internacional) diante das câmeras na partida entre Fluminense e Brasiliense, na semana passada Dimba estrelou um vídeo dançando e cantando a música Polícia, da banda Titãs. “Eu estava numa confraternização em família. Acabou que me filmaram e só fui ver depois. Mas tudo bem não tem problema”, afirmou o jogador.