Um dos principais destaques do Santos na temporada, o volante Arouca deu a sua opinião sobre o cargo de técnico da equipe, vago desde que Dorival Júnior deixou o clube, e que vem sendo ocupado interinamente por Marcelo Martelotte. Um dos nomes mais cotados para a função é o de Abel Braga, do Al-Jazira (Emirados Árabes), o que agradou bastante o meio-campista. Comandando por Abelão no Fluminense, em 2005, Arouca torce para que o treinador seja contratado.
“Quando surgiu a informação de que o professor Abel poderia vir, fiquei feliz. Não sei se está certo, mas seria uma boa. Tenho um carinho imenso pelo Abel Braga, pois ele me ajudou bastante e foi quem me deu as minhas primeiras oportunidades que tive no profissional. Estou na torcida para que a negociação dele se concretize e, caso isso venha a acontecer, ele possa dar sequência ao trabalho que vinha sendo feito, para que possamos ser felizes juntos novamente”, destacou.
O volante gosta tanto do trabalho de Abelão, que apontou o período em que foi dirigido pelo comandante como o melhor de sua carreira, ao lado do atual, vestindo a camisa santista. “Em 2005 joguei muito bem. Fui escolhido o terceiro melhor jogador da posição no Campeonato Brasileiro daquele ano. Além disso, fomos campeões cariocas e vice da Copa do Brasil. Aquele ano só não foi melhor porque perdemos a vaga na Libertadores para o Palmeiras, na última rodada do Brasileirão”, recordou.
Mas, enquanto uma definição sobre a chegada de Abel Braga não acontece – o técnico pode acertar com a cúpula alvinegra nesse ano e só assumir o Santos em 2011 -, Arouca garantiu que o foco do time está voltado para o Brasileiro deste ano, na possibilidade de conquistar o título nacional e fechar a Tríplice Coroa.
“Espero que sim. O nosso objetivo é chegar na frente. Para que isso aconteça temos que fazer o nosso dever de casa. Temos jogos contra o Atlético-PR (sábado) e Internacional (na próxima quarta-feira), que são concorrentes diretos nossos dentro da competição. Serão partidas muito difíceis, porém, nós podemos encostar no pessoal de cima que está dando brecha”, concluiu.