Os árbitros terão de carregar, junto ao corpo, o utensílio. A garrafa se une ao spray, ao ponto eletrônico e ao bip eletrônico conectado às bandeiras dos auxiliares. A idéia é manter o trio de arbitragem sempre bem hidratado, fato que, segundo os estudos, melhoraria o desempenho e a capacidade de decisão dos árbitros.
“Eu vou levar para campo o cinto do Batman. São várias coisas e agora o isotônico também estará preso ao nosso cinto”, brincou Sílvia Regina de Oliveira, que é a vigésima colocada no ranking da FPF.
A tese de que um árbitro bem hidratado erra menos pode até ser verdadeira, porém, resta saber se tantas novidades não vão tirar a atenção dos árbitros paulistas. “Sempre há o lançamento de algo e depois vêm os ajustes. Talvez, vamos descobrir durante a competição que é mais fácil deixar os isotônicos na mesa do quarto árbitro para momentos específicos do jogo”, opinou Cléber Wellington Abade.
Terceiro colocado no ranking, ele acha importante buscar sempre o melhor para o futebol. “A tentativa da Federação Paulista é sempre buscar a excelência. Vamos observar tudo isso. Só depois podemos defender ou não (as inovações)”, completou Abade.