O jovem meia Tchô, que fraturou a perna esquerda depois de uma dividida com o goleiro Édson no primeiro coletivo do Atlético Mineiro na pré-temporada em Uberlândia, confessou que entrou em desespero logo após o lance.
Segundo o jogador, na hora da jogada a sensação foi a pior possível. “Passam mil coisas na cabeça. Na hora você fica desesperado, pensa em tudo, mas depois fica mais tranqüilo, né? A gente busca força em Deus, na família e, se Deus quiser, rapidinho a gente está de volta”, confessou.
O jogador, que já passou por uma situação semelhante na categoria de base do clube, ainda está assustado com a necessidade de uma cirurgia reparadora no local. “Foi difícil para mim, na hora de levantar ver a perna torta, mas agora é ficar tranqüilo, levantar a cabeça, fazer o que tem que fazer para recuperar mais rápido”, avaliou.
Tchô era a opção do técnico Geninho para a armação das jogadas do Galo neste ano. Segundo os médicos do clube, com a contusão, o atleta ficará parado por, pelo menos quatro meses. A infelicidade da contusão, alterou pouco os planos do meia para 2008. “Eu pensava em ser meu ano e ainda penso. Acho que tem seis meses para jogar e, em seis meses, dá para fazer muita coisa”, afirmou.
Com apenas 20 anos, e idade para integrar a seleção disputará os Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto na China, o jogador manteve o bom humor com a possibilidade de ficar fora do grupo. “Um pouco difícil, mas, não deu para as Olimpíadas vamos para a Copa da Mundo”, brincou Tchô.
O jogador volta a Belo Horizonte na quarta-feira à noite, e será operado na sexta-feira.