Depois das boas atuações contra Stuttgart e Inter de Milão, pelo Torneio de Dubai, o volante Guiñazu passou a ser considerado como peça fundamental do Internacional em 2008, segundo seus próprios companheiros. Um bom exemplo da dependência do argentino foi o amistoso contra o Al Jazira, dos Emirados Árabes Unidos, em que o time colorado não atuou bem e venceu pelo placar simples de 1 x 0.
“Pela pegada e pelo ritmo que impõe ao time, sentiremos falta dele”, comentou Iarley ao Zero Hora. O próprio meia, aliás, foi o encarregado de substituir o novo ídolo entre os titulares durante as quatro semanas em que ele estará se recuperando da lesão sofrida no joelho.
“O Guiñazu não pára. A bola chega mascada para os zagueiros. Fará falta, mas o grupo dará um jeito de suprir a ausência dele”, analisou o zagueiro Marcão, cujo discurso também foi seguido por Alex. “Perdemos gás sem o Guiñazu. Eu, por exemplo, perco liberdade na frente”, admitiu o jogador, lamentando a ausência do argentino.
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“O Guiñazu não pára. A bola chega mascada para os zagueiros. Fará falta, mas o grupo dará um jeito de suprir a ausência dele”, analisou o zagueiro Marcão, cujo discurso também foi seguido por Alex. “Perdemos gás sem o Guiñazu. Eu, por exemplo, perco liberdade na frente”, admitiu o jogador, lamentando a ausência do argentino.
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