Rogério Ceni foi o primeiro titular do elenco do São Paulo a surgir no gramado do CT da Barra Funda, na tarde desta segunda-feira, dia seguinte ao empate por 0 a 0 com o Corinthians, no qual ele desperdiçou outro pênalti, o quarto seguido.
Ao final do clássico no Morumbi, que poderia ter afastado mais o time da zona de rebaixamento em caso de vitória, o goleiro respondeu a apenas uma pergunta dos jornalistas. Abatido, deu os méritos ao corintiano Cássio pela defesa e lamentou não ter retribuído com gol o esforço apresentado por seus companheiros ao longo dos 90 minutos.
“Isso aí acontece, futebol é assim”, disse o volante Rodrigo Caio, nesta segunda. “O grupo passou confiança para ele, porque a gente confia muito nele. É nosso batedor oficial, foi lá e errou, mas todos estão juntos. Depois do jogo, a gente se reuniu na oração e falou que somos uma família. A gente tem que apoiar um ao outro. Isso não vai abalar o time”.
Rogério Ceni foi o primeiro titular do elenco do São Paulo a surgir no gramado do CT da Barra Funda, na tarde desta segunda-feira, dia seguinte ao empate por 0 a 0 com o Corinthians, no qual ele desperdiçou outro pênalti, o quarto seguido.
Ao final do clássico no Morumbi, que poderia ter afastado mais o time da zona de rebaixamento em caso de vitória, o goleiro respondeu a apenas uma pergunta dos jornalistas. Abatido, deu os méritos ao corintiano Cássio pela defesa e lamentou não ter retribuído com gol o esforço apresentado por seus companheiros ao longo dos 90 minutos.
“Isso aí acontece, futebol é assim”, disse o volante Rodrigo Caio, nesta segunda. “O grupo passou confiança para ele, porque a gente confia muito nele. É nosso batedor oficial, foi lá e errou, mas todos estão juntos. Depois do jogo, a gente se reuniu na oração e falou que somos uma família. A gente tem que apoiar um ao outro. Isso não vai abalar o time”.