No dia seguinte ao protesto realizado pela torcida corintiana no Parque São Jorge, os jogadores voltaram a pedir paciência e o apoio dos torcedores para os últimos dez jogos que restam. Nestes encontros, classificados por Felipe como “10 finais”, a equipe vai tentar melhorar a atual 18ª colocação (33 pontos) que ocupa atualmente no Campeonato Brasileiro para escapar do temido rebaixamento à segunda divisão da competição nacional.
Para o goleiro Felipe, por exemplo, não é o momento para ninguém desistir. “Assim como eles, nós também estamos insatisfeitos. Eu não estava aqui e fiquei sabendo hoje. Ainda assim, eu acho que a torcida está nos apoiando. Tinha 30 mil torcedores no último jogo, que ficaram até final. Eu sei que estamos sendo motivo de chacota, mas não pode largar mão. A gente depende da torcida até o final”, explicou.
Mesmo assim, o defensor se mostrou compreensível com a atitude da torcida. “A gente sabe que eles agem mais com emoção do que com a razão. Deixam de comprar coisas essenciais para ir para o jogo, fazem longas viagens. Só que aqui todo mundo entra para vencer. A gente está sob pressão, mas não está desesperado. Se faltasse um jogo, tudo bem, mas faltam 10. Não adianta a torcida vir quebrar tudo porque estamos trabalhando.”
Além dele, quem também seguiu o mesmo discurso foi o atacante Finazzi, que viu justiça no protesto, embora considere o método pouco eficiente. “A cobrança é justa e normal diante dos resultados. Qualquer um que goste do Corinthians está muito triste. A gente espera conseguir os resultados e para isso conta com o apoio do torcedor. Até porque quando a gente está bem durante a partida, eles apóiam”, comentou.
O atacante ainda lembrou da trajetória pessoal e rechaçou qualquer possibilidade de queda. “Fico tão triste quanto os torcedores. Até mais. Pessoalmente, sempre foi complicado jogar em times pequenos, lutando para chegar a um time do tamanho do Corinthians. Lutei tanto para chegar aqui e amargar um rebaixamento? Espero que isso não ocorra. Estou feliz e não quero nem pensar em passar por isso”, completou.
Já sobre o que seria a solução para a situação corintiana, tanto Felipe quanto Finazzi tem a mesma opinião: trabalho. E em silêncio. “Temos que correr e jogar. Já tivemos 1001 conversas sobre o que tem que melhorar, mas é só isso que funciona. Ninguém quer ficar marcado como quem caiu com o Corinthians em 2007. Temos que falar menos possível, esquecer tudo. Temos dois meses e serão 10 finais”, concluiu Felipe, seguido por Finazzi.
“Em qualquer lugar é muito difícil lidar com as derrotas, principalmente aqui. Nessa hora não adianta falar muito, tem que ir para dentro de campo e jogar. Ainda bem que tem jogo daqui a dois dias para a gente tentar reverter isso”, completou o atacante, lembrando da partida da próxima quarta-feira, contra o Fluminense, no estádio do Maracanã, às 21h45 (de Brasília).
Para o goleiro Felipe, por exemplo, não é o momento para ninguém desistir. “Assim como eles, nós também estamos insatisfeitos. Eu não estava aqui e fiquei sabendo hoje. Ainda assim, eu acho que a torcida está nos apoiando. Tinha 30 mil torcedores no último jogo, que ficaram até final. Eu sei que estamos sendo motivo de chacota, mas não pode largar mão. A gente depende da torcida até o final”, explicou.
Mesmo assim, o defensor se mostrou compreensível com a atitude da torcida. “A gente sabe que eles agem mais com emoção do que com a razão. Deixam de comprar coisas essenciais para ir para o jogo, fazem longas viagens. Só que aqui todo mundo entra para vencer. A gente está sob pressão, mas não está desesperado. Se faltasse um jogo, tudo bem, mas faltam 10. Não adianta a torcida vir quebrar tudo porque estamos trabalhando.”
Além dele, quem também seguiu o mesmo discurso foi o atacante Finazzi, que viu justiça no protesto, embora considere o método pouco eficiente. “A cobrança é justa e normal diante dos resultados. Qualquer um que goste do Corinthians está muito triste. A gente espera conseguir os resultados e para isso conta com o apoio do torcedor. Até porque quando a gente está bem durante a partida, eles apóiam”, comentou.
O atacante ainda lembrou da trajetória pessoal e rechaçou qualquer possibilidade de queda. “Fico tão triste quanto os torcedores. Até mais. Pessoalmente, sempre foi complicado jogar em times pequenos, lutando para chegar a um time do tamanho do Corinthians. Lutei tanto para chegar aqui e amargar um rebaixamento? Espero que isso não ocorra. Estou feliz e não quero nem pensar em passar por isso”, completou.
Já sobre o que seria a solução para a situação corintiana, tanto Felipe quanto Finazzi tem a mesma opinião: trabalho. E em silêncio. “Temos que correr e jogar. Já tivemos 1001 conversas sobre o que tem que melhorar, mas é só isso que funciona. Ninguém quer ficar marcado como quem caiu com o Corinthians em 2007. Temos que falar menos possível, esquecer tudo. Temos dois meses e serão 10 finais”, concluiu Felipe, seguido por Finazzi.
“Em qualquer lugar é muito difícil lidar com as derrotas, principalmente aqui. Nessa hora não adianta falar muito, tem que ir para dentro de campo e jogar. Ainda bem que tem jogo daqui a dois dias para a gente tentar reverter isso”, completou o atacante, lembrando da partida da próxima quarta-feira, contra o Fluminense, no estádio do Maracanã, às 21h45 (de Brasília).