Na tarde desta sexta-feira (manhã no Brasil), o time do Chelsea iniciou a preparação para enfrentar o Corinthians, neste domingo (16), pela final do Mundial de Clubes da Fifa. Os jogadores titulares da vitória sobre o Monterrey, do México, por 3 a 1, nesta quinta-feira, foram poupados do treinamento, realizado no CT do Yokohama Marinos, time que leva mesmo nome da cidade-sede da decisão.
Durante os primeiros 15 minutos (tempo em que as atividades foram abertas à imprensa), o grupo fez exercícios de alongamento, correu ao redor do gramado e trabalhou passes curtos em campo reduzido, após ouvir algumas palavras do técnico espanhol Rafa Benítez. Depois da saída dos jornalistas, o treinador esboçou mudanças.
Enquanto os titulares continuaram se aquecendo, os reservas participaram de um coletivo apenas com metade do campo. No entanto, a movimentação não indicou nenhuma possível alteração na escalação contra o Timão. Já no final da atividade, que pôde ser acompanhada pelas sacadas de um centro comercial próxima ao CT, os atletas aperfeiçoaram as cobranças de pênaltis, pensando em um possível empate contra o time paulista tanto no tempo regulamentar quanto no tempo extra.
O Chelsea volta a campo neste sábado (15), em mais um treinamento no CT do Yokohama Marinos, acompanhado de entrevistas coletivas oficiais da Fifa com Rafa Benítez e mais um jogador a ser determinado. O jogo contra o Corinthians está marcado para as 8h30 (de Brasília) deste domingo, no Estádio Internacional de Yokohama, com capacidade para pouco mais de 70 mil pessoas. A expectativa é que, a exemplo das últimas finais do Mundial, o público preencha pelo menos 90% do palco da decisão.
Boliche para adaptação: na noite desta quinta-feira, a comissão técnica do clube inglês, como parte do processo de adaptação ao fuso horário japonês, divertiu-se jogando boliche em uma casa de jogos próxima ao hotel onde está hospedada. “Eu estava aqui em 2005 e sei que temos que fazer algo para não dormirmos na hora errada”, explicou Benítez ao site oficial do clube, referindo-se ao ano em que, à frente do Liverpool, também da Inglaterra, foi derrotado pelo São Paulo por 1 a 0.