Os últimos argumentos no embate entre Corinthians e Lyon no imbróglio envolvendo o atacante Nilmar foram apresentados na quarta-feira, na Corte Arbitral do Esporte, na Suíça. Acompanhado pelo presidente Alberto Dualib, o advogado Paulo Amoretty fez a defesa do Timão na última instância para o clube escapar do pagamento de 8 milhões de euros aos franceses.
Em entrevista por telefone, o advogado se mostrou otimista quanto à decisão da Corte, que só deverá dar um ponto final na história daqui a cerca de dois meses, depois de estudar minuciosamente o processo.
“Foi muito boa a audiência. Fizemos nossa defesa e nem precisamos ouvir nossa testemunha, que seria o Renato Duprat. As duas que eles colocaram já falaram o que a gente queria. A nossa testemunha falaria da negociação entre Corinthians, MSI e Lyon, mas as deles já falaram isso. Estamos confiantes, não dá para falar que ganhamos porque é difícil prever com antecedência, mas fizemos um bom trabalho”, explicou Amoretty, ainda na Europa.
O advogado não quis dar detalhes sobre a linha de defesa do Timão e nem sobre as declarações das testemunhas, mas confirmou que o clube apontou à Corte Arbitral que o erro na negociação foi do Lyon, que rescindiu o contrato de Nilmar antes de receber os 8 milhões de euros que ainda teria a receber. O atleta, então, teria ficado livre do clube francês com a quebra do contrato.
Os argumentos foram apresentados a três juízes, um inglês, um belga e uma costarriquenha. Agora, só resta ao Corinthians aguardar a decisão da Corte Arbitral.
“O prazo para sair a decisão é de dois meses ou um pouco mais. Claro que às vezes acontece de sair em um mês, mas é difícil”, explicou. A entidade na Suíça é a última instância para o caso. No início do ano, o Timão foi condenado pela Fifa a pagar o valor ao Lyon, mas o clube paulista recorreu à Corte Arbitral. Em caso de derrota, o Timão já teria cogitado incluir jogadores no pagamento. O lateral Eduardo Ratinho está sendo observado pelos franceses.
Paralelamente ao processo que corre na Europa, os advogados do Corinthians que ficaram no Brasil tiveram uma audiência na segunda-feira com Nilmar, que, na ocasião, pediu a anulação de seu contrato com o clube. A decisão na Justiça trabalhista de São Paulo só deverá sair em junho, quando acontecerá novo encontro entre as partes.
Em entrevista por telefone, o advogado se mostrou otimista quanto à decisão da Corte, que só deverá dar um ponto final na história daqui a cerca de dois meses, depois de estudar minuciosamente o processo.
“Foi muito boa a audiência. Fizemos nossa defesa e nem precisamos ouvir nossa testemunha, que seria o Renato Duprat. As duas que eles colocaram já falaram o que a gente queria. A nossa testemunha falaria da negociação entre Corinthians, MSI e Lyon, mas as deles já falaram isso. Estamos confiantes, não dá para falar que ganhamos porque é difícil prever com antecedência, mas fizemos um bom trabalho”, explicou Amoretty, ainda na Europa.
O advogado não quis dar detalhes sobre a linha de defesa do Timão e nem sobre as declarações das testemunhas, mas confirmou que o clube apontou à Corte Arbitral que o erro na negociação foi do Lyon, que rescindiu o contrato de Nilmar antes de receber os 8 milhões de euros que ainda teria a receber. O atleta, então, teria ficado livre do clube francês com a quebra do contrato.
Os argumentos foram apresentados a três juízes, um inglês, um belga e uma costarriquenha. Agora, só resta ao Corinthians aguardar a decisão da Corte Arbitral.
“O prazo para sair a decisão é de dois meses ou um pouco mais. Claro que às vezes acontece de sair em um mês, mas é difícil”, explicou. A entidade na Suíça é a última instância para o caso. No início do ano, o Timão foi condenado pela Fifa a pagar o valor ao Lyon, mas o clube paulista recorreu à Corte Arbitral. Em caso de derrota, o Timão já teria cogitado incluir jogadores no pagamento. O lateral Eduardo Ratinho está sendo observado pelos franceses.
Paralelamente ao processo que corre na Europa, os advogados do Corinthians que ficaram no Brasil tiveram uma audiência na segunda-feira com Nilmar, que, na ocasião, pediu a anulação de seu contrato com o clube. A decisão na Justiça trabalhista de São Paulo só deverá sair em junho, quando acontecerá novo encontro entre as partes.