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Futebol

Adílson já fala em conquistar títulos pelo Cruzeiro

Arquivo Geral

06/12/2007 0h00

Se depender de motivação, a temporada 2008 tem tudo para ser diferente de 2007 no Cruzeiro. Durante a sua apresentação oficial de Adílson Batista como o novo técnico da equipe, o ex-zagueiro de 39 anos quer ver a Raposa entrando em campo para vencer e garante que vai em busca dos três títulos que o clube disputará (Mineiro, Libertadores e Brasileirão).

“Precisamos começar bem, fazer o time ganhar corpo, confiança, respeito. Aí usar aquilo que você aprendeu, conviveu. Estudei em bons colégios, trabalhei com bons professores e que foram importantes para eu estar aqui, para eu ter a confiança e a tranqüilidade de comandar o Cruzeiro. Dia 3 (de janeiro) eu vou começar a trabalhar com o maior entusiasmo, com o objetivo de ganhar os três campeonatos que vamos disputar”, avaliou Adílson.

Criticado pela torcida por ser inexperiente (isso mesmo tendo passado por Grêmio, Paysandu e Figueirense), o novo comandante mostra consciência da sua importância no processo de formação do elenco.

“Assumi um compromisso com um clube de tradição, com perspectiva de vencer. Sei da responsabilidade. Por aqui passaram grandes treinadores desde 2000, alguns que eu trabalhei, e isso só aumenta a nossa responsabilidade. São pessoas que temos carinho e admiração. Sei da responsabilidade e estou preparado”, disse. Adílson foi estagiário de Luiz Felipe Scolari no ano de 2001, sua única experiência fora dos gramados em uma Libertadores, título que conquistou como jogador no Grêmio, em 1995.

No Tricolor gaúcho, apesar do apelido de ‘Capitão América’, ficou marcado negativamente pela campanha irregular e o quase rebaixamento (que seria consumado no ano seguinte). Para Adílson, a situação agora é diferente. O então iniciante cresceu e aprendeu com os próprios erros.

“Hoje você sabe lidar um pouco melhor com algumas situações, você vai ganhando experiência, vai melhorando. Em 2003, no Grêmio, tive algumas dificuldades que são da idade. Em função de achar que em muitas coisas eu tinha a razão. Você tem que ter inteligência, discernimento, mas o que vai prevalecer é um sentimento de grandes profissionais”, completou, citando o período de mais de um ano em terras japonesas como parte importante nesse processo.

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