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Futebol

Abusando das provocações, Ceilândia recebe Brasiliense por vaga na final do primeiro turno

Arquivo Geral

21/03/2012 7h14

Ian Ferraz e
Petronilo Oliveira
torcida@jornaldebrasilia.com.br

Em partidas decisivas, um ingrediente nunca pode faltar: a provocação, pimenta que faz com que os jogadores entrem mais motivados em campo. Além de fazer gols, um jogador em especial tem tal tempero especial na ponta de sua língua, o atacante Dimba, do Ceilândia. O camisa 7 do Gato Preto não fugiu da raia e conseguiu dar um molho especial ao duelo com o Brasiliense, hoje, a partir das 16h, no Estádio Abadião.

 

A partida vale uma vaga na decisão da Taça JK, o primeiro turno do Campeonato Candango, e o Alvinegro tem duas vantagens por ter ficado com a primeira posição no Grupo B: joga em casa e pode até empatar que  se garante na final do primeiro turno do Estadual.

 

“Com certeza, os jogadores do Brasiliense estarão bem motivados. Lá, o dinheiro rola solto. A premiação para tirar o Ceilândia vai ser grande. Mas dinheiro não é tudo nessa vida. Garra e determinação não são compradas. Na rotina dos treinos, fomos nos unindo, conversando bastante. Por isso, estamos prontos”, alfineta Dimba.

 

Para aumentar a alegria da torcida do Gato Preto, o camisa 7 avisa: “Estou no momento de ascensão. Estava machucado, passei momentos meio chatos. Mas estou pilhado, muito empolgado para pegar o Brasiliense. O gosto é diferente”, revelou.

 

 

Do lado amarelo, os jogadores fazem um discurso de não cair na pilha de Dimba. Mas não tem como fugir. “A  gente não pode cair na provocação do que eles estão falando. As coisas se resolvem lá dentro de campo. A gente vai ver depois do jogo quem vai sair com a vitória”, devolve o atacante Hugo, que ao lado do goleiro Welder, atuou em todas as partidas do clube de Taguatinga na temporada.

 

Como o Brasiliense foi eliminado de forma vexatória da Copa do Brasil e tem o maior investimento do DF, Hugo não exita ao falar sobre a responsabilidade amarela nesta reta final. “Ganhar o Candangão é obrigação. Não tem outro jeito. É ganhar e ganhar”, prega.

 

No início da entrevista, o volante Ederson deixou claro que a vantagem é do Ceilândia, mas cutuca o adversário desta tarde: “A gente vai lá para fazer a nossa obrigação. Lógico, se eles começarem a dar muito vacilo, a gente vai sair de lá classificado muito mais cedo do que a gente pensa”, disparou o jogador do Jacaré.

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