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Futebol

Abel Braga admite superioridade do Vasco, mas ignora favoritismo na final

Arquivo Geral

24/02/2012 13h20

Duramente criticado pela torcida durante a fase de grupos da Taça Guanabara, o técnico Abel Braga conseguiu se redimir com os tricolores na última quinta-feira, ao conquistar a classificação para a final do primeiro turno do Carioca com uma formação mais ofensiva do que a normal. Mesmo com a vitória nas penalidades e a irregularidade ao longo do torneio, o treinador fez questão de rechaçar qualquer favoritismo do Vasco no decisivo confronto de domingo, mas admitiu a superioridade Cruz-Maltina nesta temporada.

O comandante do Fluminense procurou não poupar palavras para elogiar a equipe do técnico Cristóvão Borges e apontou o Vasco como a melhor equipe do estado do Rio de Janeiro atualmente. Grande conhecedor do futebol apresentado pelo time carioca neste ano, Abel Braga se mostrou preparado para neutralizar o poderio ofensivo de seu rival e não escondeu sua confiança em uma vitória neste fim de semana.

“O Vasco é o melhor time do Rio de Janeiro hoje. É por isso que eles estão 100% na competição. Não significa que eles vão ganhar o jogo, isso não tem nada a ver. Eles não foram muito felizes na Libertadores, mas a equipe tem um conjunto muito bom e a mudança de peças vem surtindo efeito. É um jogo difícil, mas nós vencemos o confronto de hoje que também era. No próximo, pode ser que a gente ganhe também. Vamos jogar da mesma maneira, sem grandes preocupações, para frente, e esperar domingo”, apontou Abel Braga.

Parte da confiança do técnico do Fluminense com relação a uma vitória na final do primeiro turno do Estadual vem da união que o grupo de jogadores adquiriu ao longo deste ano. Com a chegada de novas peças de reposição, a briga por um lugar no time titular passou a ficar mais intensa e contribuiu para que o rendimento de alguns atletas sofresse uma abrupta melhora.

“Fui muito criticado por ter colocado o Leandro Euzébio hoje e ele acabou fazendo o gol de empate. Então essas críticas não nos afetam, porque os jogadores gostam muito de onde estão. Pouco amadorismo, pouca relação com o clube… Isso não existe aqui no Fluminense. Não digo que os jogadores morrem de amores pelo clube, mas eles gostam daqui. No Fluminense as coisas são muito diferentes”, finalizou o comandante tricolor.

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