No último domingo, os baianos tiveram a oportunidade de matar a saudade do principal campo de Salvador com a inauguração da Fonte Nova. A goleada por 5 x 1 do Vitória sobre o Bahia foi apenas um detalhe do que envolveu a reabertura do estádio . Afinal, ali, ocorreu a terceira das seis “estreias” dos palcos para a Copa das Confederações.
Após Fortaleza (o Castelão foi inaugurado em 27 de janeiro) e Belo Horizonte (o novo Mineirão abriu em 3 de fevereiro), Salvador teve contato com as primeiras falhas esperadas durante os eventos-teste.
Os incidentes, porém, ficaram em segundo plano, o que prova uma tendência: conforme as arenas são inauguradas e os deslizes veem à tona, a “estreia” seguinte redobra os cuidados.
Brasília
O próximo no calendário oficial de testes a se revelar para o mundo, o Estádio Nacional Mané Garrincha receberá a decisão do Campeonato Candango em 18 de maio – o ato formal de abertura, no entanto, será daqui a 12 dias, data do aniversário de 53 anos da capital.
Consciente do papel importante que terá na Copa das Confederações – é palco da abertura, em 15 de junho, com o duelo Brasil x Japão –, o DF adotou tática diferente das outras três capitais. O primeiro evento-teste não usará a capacidade máxima do estádio, que receberá apenas 20 mil pessoas.
A intenção é que os erros não ganhem grande proporção e possam ser corrigidos para o teste final, que será dia 26 de maio, com o clássico nacional entre Santos x Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro.