O Santos poderá mudar completamente seu esquema tático para o clássico de domingo, contra o Palmeiras, na Vila Belmiro. Se preferiu utilizar três atacantes (Wesley, Renatinho e Kléber Pereira) na estréia com derrota para a Portuguesa, agora o técnico Emerson Leão cogita reforçar a defesa.
A escolha do esquema tático depende do que Leão terá em mãos para a partida. O lateral-esquerdo Kléber, o volante Rodrigo Souto e o meia Rodrigo Tabata estão entregues ao departamento médico. O primeiro é o único com o qual o treinador é otimista.
“A ressonância do Rodrigo Souto não mostrou nada demais, mas, como se trata de uma fibrose na panturrilha, ele deve demorar um pouco a voltar. O Tabata é quase certeza que não poderá ser aproveitado. Se ele tivesse jogado toda a última partida, não teríamos nem o direito de dúvida. Puxaram a perna do Kléber no jogo e ele só sofreu uma inflamação. Esperamos que jogue”, analisou caso a caso Leão.
Diante das ausências, o treinador já se preocupa em como realizar um treinamento coletivo na tarde desta sexta-feira. “De manhã, tínhamos apenas 18 atletas no campo. Vamos ver se o pessoal poderá retornar para o coletivo”, lamentou.
Na atividade, o setor do time mais exigido por Leão será a defesa, que sofreu dois gols originados de bola parada contra a Portuguesa. “Eles precisam estar atentos à antecipação. Dentro da área, a iniciativa de ir à bola deve ser do beque. Posso mudar a zaga agora. Talvez até aumentar, dependo daquilo que eu tiver à disposição na frente”, cogitou.
Como opções para formar trio com os recém-chegados Betão e Evaldo, o Santos conta com Adaílton, Domingos e Marcelo, remanescentes do ano passado.
A escolha do esquema tático depende do que Leão terá em mãos para a partida. O lateral-esquerdo Kléber, o volante Rodrigo Souto e o meia Rodrigo Tabata estão entregues ao departamento médico. O primeiro é o único com o qual o treinador é otimista.
“A ressonância do Rodrigo Souto não mostrou nada demais, mas, como se trata de uma fibrose na panturrilha, ele deve demorar um pouco a voltar. O Tabata é quase certeza que não poderá ser aproveitado. Se ele tivesse jogado toda a última partida, não teríamos nem o direito de dúvida. Puxaram a perna do Kléber no jogo e ele só sofreu uma inflamação. Esperamos que jogue”, analisou caso a caso Leão.
Diante das ausências, o treinador já se preocupa em como realizar um treinamento coletivo na tarde desta sexta-feira. “De manhã, tínhamos apenas 18 atletas no campo. Vamos ver se o pessoal poderá retornar para o coletivo”, lamentou.
Na atividade, o setor do time mais exigido por Leão será a defesa, que sofreu dois gols originados de bola parada contra a Portuguesa. “Eles precisam estar atentos à antecipação. Dentro da área, a iniciativa de ir à bola deve ser do beque. Posso mudar a zaga agora. Talvez até aumentar, dependo daquilo que eu tiver à disposição na frente”, cogitou.
Como opções para formar trio com os recém-chegados Betão e Evaldo, o Santos conta com Adaílton, Domingos e Marcelo, remanescentes do ano passado.