Com algumas modificações em relação ao time que foi derrotado por 3 a 1 pelo Brasil em Rosário, a Argentina vai ao Paraguai em situação preocupante nas Eliminatórias.
A equipe precisa vencer no Estádio Defensores Del Chaco, em Assunção para afastar o risco de ser ultrapassada na tabela por Colômbia e Equador e cair para o sexto lugar, fora da zona de classificação para a Copa do Mundo de 2010.
Nos treinos para o confronto, o técnico Diego Maradona testou quatro substituições. O goleiro Romero na vaga de Andújar, Papa no lugar de Otamendi, Gago como opção a Maxi Rodríguez e Agüero no lugar de Tévez, embora Lisandro López também esteja cotado para ocupar esta vaga.
As três primeiras mudanças seriam promovidas por opção técnica, enquanto a saída de Tévez se deve a uma torção no joelho direito sofrida contra o Brasil.
Já o Paraguai entrará em campo menos pressionado, pois precisa de apenas um empate para conseguir uma vaga na Copa.
A equipe, que vem de uma vitória contra a Bolívia por 1 a 0 em casa, também terá outro goleiro em relação ao último jogo. Justo Villar, lesionado, dará lugar a Aldo Bobadilla.
Além disso, o técnico do Paraguai, o argentino Gerardo Martino, levantou a hipótese de fazer outras alterações no time.
“Fizemos um planejamento específico para a partida contra a Bolívia e escolhemos determinados jogadores. Agora se trata de outro jogo, e consequentemente, de outras peças em campo”, disse Martino na única coletiva de imprensa antes do confronto.
O jogo terá também um esquema especial de segurança, que contará com a presença de 1700 policiais e a realização de testes de embriaguez.
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Prováveis escalações:.
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Paraguai: Aldo Bobadilla; Darío Verón, Cáceres, Da Silva, Claudio Morel (Aureliano Torres), Vera, Jonathan Santana, Édgar Barreto, Cristian Riveros, Cabañas e Haedo. Técnico: Gerardo Martino.
Argentina: Romero; Zanetti, Sebastián Domínguez, Heinze e Emiliano Papa; Verón, Mascherano, Gago e Dátolo; Messi e Agüero. Técnico: Diego Maradona
Árbitro: o brasileiro Sálvio Fagundes, auxiliado por seus compatriotas Ednílson Corona e Roberto Braatz.