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Turismo

Parque Nacional de Jericoacoara reúne dunas, lagoas e mar no Ceará

Unidade de conservação no litoral cearense preserva ecossistemas frágeis e atrativos naturais como a Pedra Furada e a Duna do Pôr do Sol

Redação Jornal de Brasília

05/08/2026 15h57

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Foto: Embratur/Divulgação

Localizado no litoral do Ceará, entre os municípios de Jijoca de Jericoacoara e Cruz, o Parque Nacional de Jericoacoara é um dos destinos praianos mais procurados e fotografados do Brasil. Criada em 2002, a unidade de conservação abrange cerca de 8,8 mil hectares de ecossistemas costeiros preservados, onde a vila de pescadores se conecta a uma natureza exuberante.

O parque contribui para a preservação de ecossistemas frágeis, como campos de dunas móveis, vegetação de restinga, manguezais e lagoas. Esse mosaico de habitats serve de refúgio para uma rica biodiversidade, incluindo tartarugas marinhas, cavalos-marinhos e diversas espécies de aves migratórias.

Entre os atrativos, a Pedra Furada se destaca como símbolo da unidade, formação rochosa esculpida pelo atrito das ondas. Outro ponto tradicional de visitação é a Duna do Pôr do Sol, onde é possível acompanhar o fim de tarde com a paisagem do sol se despedindo diretamente no mar.

A experiência no parque também inclui passeios de bugue ou quadriciclo pelas dunas rumo a lagoas de águas doces e cristalinas, como a Lagoa do Paraíso e a Lagoa Azul, conhecidas pelas redes estendidas sobre a água. Os ventos constantes da região fazem do destino um dos principais lugares do mundo para a prática de kitesurf e windsurf.

Para chegar ao Parque Nacional de Jericoacoara por via aérea, a opção mais prática é desembarcar no Aeroporto Regional de Jericoacoara (JJJ), no município de Cruz, a cerca de 30 km da vila. Outra alternativa é o Aeroporto Internacional de Fortaleza (FOR), a aproximadamente 300 km de distância. A partir da capital cearense, o trajeto até a vila pode ser feito de ônibus, transfer privativo ou carro alugado.

No trecho final, é obrigatório usar veículos 4×4 para percorrer as estradas de areia que dão acesso ao destino. Já na vila, a circulação de veículos particulares é restrita para preservar o ecossistema e manter a tranquilidade do local. O deslocamento é feito em veículos 4×4 credenciados, bugues ou a pé pelas ruas de areia, e os visitantes devem efetuar o pagamento da taxa de turismo sustentável, cobrada pela prefeitura local.

Com informações da Agência Brasil

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