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Revelação do folk rock brasiliense lança álbum em abril

Arquivo Geral

02/03/2018 21h23

Divulgação

Beatriz Castilho
redacao@grupojbr.com

Explorando influências folk, pop e rock nacional, o músico Fernán se prepara para lançar seu primeiro disco solo. Com um som diferente de sua antiga banda de rock “Vênus e as Máquinas”, o álbum é definido pelo artista como uma viagem de reflexão, poesia e amor. Com dois anos de produção, referências de poetas e uma pegada mais acústica, “Píer” tem data de lançamento prevista para o dia 13 de abril, e já conta com single de mesmo nome (ouça abaixo). As inspirações para a obra são nada menos que David Bowie, Neil Young, Leonard Cohen, Secos e Molhados, Júpiter Maçã (Jupiter Apple) e Mutantes.

Brasiliense, de 27 anos, Fernando de Oliveira Barreto decidiu seu nome artístico a partir de um apelido dado por um amigo. Autodidata, teve contato com a música desde cedo, mas devido ao sonho de ser jogador de futebol, começou a tocar apenas com 14 anos. “Quando criança, meus pais colocavam música para dormir. Escutava coisas como Abba, Bee Gees, Jovem Guarda , Raul Seixas, o que foi importante pra minha educação musical”, afirma o cantor.

Começou a mostrar sua música nas ruas, nas festas de amigos e nos bares do Distrito Federal. Em 2013, participou do Festival Universitário de Música Candanga (Finca) e foi finalista com a banda “Vênus e as Máquinas”. Há duas semanas, o artista se estreou como “Fernán” lançando seu primeiro single “Píer”, em plataformas digitais. “Píer é um espaço voltado para o pensamento. É a minha metáfora para reflexão”, explica. Ainda sem previsão para show de lançamento, o cantor promete lançar mais dois singles e um videoclipe, que começa a ser gravado neste final de semana.

“Píer” conta com a produção musical de Fernando Jatobá (ex-guitarrista do Móveis Coloniais de Acaju) e levou dois anos para ser finalizado. Fernán contou com a participação dos amigos e músicos Luís Lobato (violão, gaita, guitarra, ukulele), Henrique Ourofino (violão, piano, teclado, flauta transversal), Bruno Muniz (baixo), Victor Henrique (bateria), Lucas Ramalho (percussão) e arte visual de Fábio Carvalho.

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