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Kátia Flávia
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Zeca Camargo mergulha no Cariri pela 2ª vez e vira fã do Nordeste

Zeca está no Ceará pela segunda edição do projeto Eh do Cariri, de Max Petterson, vivendo tradições como a Terreirada Cearense. E olha, quando o homem volta é porque a região fez algo certo na primeira visita.

Kátia Flávia

30/05/2026 10h10

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Zeca Camargo está no Cariri cearense para participar da programação da segunda edição do Eh do Cariri, projeto de Max Petterson. (Foto: Focus Produtora)

Saí do Cosme Velho em direção ao Rio Sul pensando numa lista mental de compras quando o celular vibrou com esse press release chegando pela assessoria Capuchino Press. Parei na calçada mesmo, bolsa na mão, porque Zeca Camargo no sertão nordestino pela segunda vez é notícia que merece atenção.

O jornalista e apresentador está no Cariri cearense participando da segunda edição do Eh do Cariri, projeto idealizado pelo artista e criador de conteúdo Max Petterson. Logo na chegada, Zeca foi direto para uma Terreirada Cearense, uma das expressões mais autênticas da cultura popular nordestina, com música, dança, ancestralidade e toda aquela força de tradição transmitida entre gerações em espaço de terra batida.

O que me chamou atenção aqui foi o fato de ser a segunda participação de Zeca no projeto. Na primeira edição ele já tinha mergulhado fundo na cultura e nas histórias do Cariri, segundo o próprio Max Petterson, e aceitou voltar. Em mundo de influenciador de passagem rápida e cachê fácil, um jornalista da estirpe do Zeca retornar a um projeto cultural regional diz muito sobre a qualidade do que está sendo feito por lá.

O Eh do Cariri reúne personalidades, influenciadores e comunicadores de diversas partes do Brasil para vivenciar a riqueza cultural, histórica e turística da região, e vai render websérie documental, entrevistas e conteúdo digital com foco no patrimônio material e imaterial do território caririense. Tudo isso num momento em que o Nordeste nunca esteve tão em alta no radar cultural do país.

Voltei a andar em direção ao Rio Sul com aquela sensação boa de que nem toda assessoria manda conteúdo raso. Zeca no sertão, de volta por vontade própria, é o tipo de história que a Cátia gosta: sem escândalo, mas com substância de sobra.

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