O telefone tocou aqui em casa antes de eu terminar o segundo cafezinho, com a agenda da tarde lotada de reunião e o Otávio latindo no meu pé. Era gente de dentro avisando o que vinha pela frente nesses dois capítulos. Bati palma sozinha na sala, gente, não teve jeito.
Emília não parou mais de cavar. Puxou conversa com Luiz atrás do passado de Vitória, conheceu Zilda, remoeu a lembrança amarga do abandono da mãe e seguiu firme. No capítulo seguinte, a venda da vinícola foi oficializada. Vitória sofreu vendo tudo escapar. Emília comemorou.

E o resto da cidade fervendo. Melissa brigou de novo com Severa, ficou desconfortável ao dar de cara com Lívia e ainda foi colocar Alex contra a mãe. Zilda pediu que ela ficasse no ateliê e prometeu conversar com Severa. Bento voltou a beber e foi visitar Queiroz. Salomé de olho em Massimo, Rosa levando o prato favorito para Vitória, Ariel barrando Cícero perto de Emília e ainda precisando da Gema quando o carro deu problema.

Quem brilhou foi Emília, que não recuou nem quando Alberto tentou convencê-la a largar a vingança. Bernardo também subiu no meu conceito, disse a Marina que não retoma coisa nenhuma e ainda foi jurar por aí que acredita em amor para sempre, com Raul tirando sarro do lado. Quem passou vergonha foi Pedro, tomado de ciúme, pressionando a noiva e aparecendo justo na hora em que Lívia ia procurar Felipe. Felipe, aliás, consolou Melissa pensando em Lívia e depois abriu o coração para Afonso. Homem confuso é um capítulo à parte.
Eu quero Emília por cima e Vitória perdendo o chão, um degrau por vez, sem pressa. E anota comigo, Melissa vai apanhar do próprio veneno, porque quem coloca filho contra mãe sempre volta chorando na porta de quem traiu. Lívia e Felipe ainda vão se acertar, e Pedro vai descobrir da pior forma. Vai ser lindo.