Virginia Fonseca e Zé Felipe foram processados pela empresa SAS Construção e Representação, que cobra R$ 35 mil por serviços realizados na mansão construída pelo então casal no Residencial Aldeia do Vale, em Goiânia. A ação, ajuizada em 21 de outubro, envolve alegação de inadimplência e tramita no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.
Eu olhei para a bancada, respirei fundo depois da academia e pensei: até a mansão que sobreviveu ao casamento agora ganhou capítulo judicial próprio. Segundo a empresa, a contratação ocorreu em 2023 e os serviços foram concluídos em 2024, mas parte do pagamento teria ficado pelo caminho.

A cobrança envolve instalação de revestimentos, iluminação e outros componentes da obra. De acordo com os autos citados pela coluna de Fábia Oliveira, o valor contratado teria ultrapassado R$ 85 mil, mas a empresa afirma ter recebido apenas pagamentos parciais.
Meu amor, uma obra de mansão já é uma entidade que consome prazo, orçamento e paciência. Quando o casal se separa e o acabamento vira processo, o porcelanato passa a ter mais assunto do que muito participante de reality.
A SAS Construção informou que não possui todos os documentos referentes aos trabalhos e, por isso, limitou o pedido judicial a R$ 35 mil. A empresa também relatou que tentou cobrar parte dos valores fora da Justiça de um profissional que acompanhava a obra.
Virginia permaneceu na mansão onde viveu com Zé Felipe e os filhos, enquanto o cantor se mudou para outra casa no mesmo condomínio de luxo. Eu achei particularmente cinematográfico: os dois continuam no mesmo endereço geral, mas agora até as contas da construção precisam descobrir a quem pertencem.
Nos documentos, Virginia e Zé Felipe aparecem como tomadores de serviços em notas fiscais diferentes. A ação pede que a Justiça determine a responsabilidade de cada um, individualizando os valores que caberiam à influenciadora e ao cantor.

Não há decisão sobre o caso até o momento. Eu só digo uma coisa: mansão tem lustre, piscina, revestimento importado e, pelo visto, uma papelada que não termina nem quando a relação acaba. Porque término de famoso sem uma pendência imobiliária parece que nem valeu.