Amores vou ligar o radar e entender o que estava acontecendo com Vini Jr. depois do término que sacudiu as redes ontem. Mal coloquei a xícara na mesa e já estava com o celular na mão, vasculhando cada post, cada story, cada curtida suspeita. E então ele apareceu, pela primeira vez esta manhã, quebrando o silêncio pós-término com a tranquilidade de quem dormiu igual a um bebê saciado.
Mas o que me deixou de queixo caído não foi a reaparição. Foi o “fica bem” no story de despedida, que continua ecoando aqui na minha cabeça como um mantra de autoconfiança que nenhum terapeuta cobrado a quinhentos reais a sessão conseguiria ensinar. Ele termina, agradece, deseja felicidade e ainda manda um “fica bem” pra moça, com mãozinhas postas e coração vermelho. Meu bem, isso não é gentileza. Isso é autoestima em estado bruto, elevada à potência máxima.

A história toda tem contexto: o relacionamento com a MJ vinha sendo acompanhado de perto por Madrid e pelo Brasil, dois países que colocam Vini num pedestal que ele claramente internalizou com muito gosto. E não é crítica, não, pelo amor de Deus, a coluna adora um homem que sabe quem é. Mas mandar “fica bem” assim, nesse tom de quem encerra uma fase com leveza olímpica, é de uma confiança que merecia pelo menos um troféu paralelo ao da Champions.
Tentei falar com a Virginia para saber como ela está digerindo tudo isso e se tem algum bastidor que a coluna ainda não captou, porque Virginia sabe de tudo e a amizade dela vale mais que qualquer nota oficial. Ainda aguardo retorno, mas o silêncio dela também já diz alguma coisa.
A moral que fica é simples e serve de inspiração para todos nós: na vida, seja você o Vini Jr. que manda “fica bem” com corações e segue em frente, não a pessoa relendo o story às três da manhã tentando encontrar subtexto onde só tem autoestima.