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Kátia Flávia
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“Tua mãe é prostituta”: Jaque Khury denuncia dois anos de bullying contra o filho

Ex-BBB contou que transferiu o menino de escola após ofensas sobre sua vida pessoal e afirmou ter tomado medidas legais

Kátia Flávia

10/09/2026 12h00

Jaque Khury relatou as ofensas que o filho teria sofrido na antiga escola

Jaque Khury relatou as ofensas que o filho teria sofrido na antiga escola

Jaque Khury relatou que o filho sofreu bullying por cerca de dois anos em uma escola de Atibaia, no interior de São Paulo. Em vídeo, a ex-BBB disse que o menino ouviu ataques ligados à vida pessoal da mãe, entre eles: “Tua mãe não sabe quem é o pai” e “tua mãe é prostituta”.

Enquanto a máquina terminava de bater a roupa da academia, eu cortei um mamão na bancada da cozinha e fiquei parada diante do celular. Porque uma criança não pode ter de atravessar o portão da escola carregando crueldades que foram dirigidas à mãe. Isso não é “brincadeira de aluno”; é violência.

Jaque contou que decidiu tirar o filho da instituição, mesmo tendo gasto com apostilas e outros itens do ano letivo. “Joguei no lixo tudo o que eu paguei praticamente, apostila, tudo, e mudei ele para uma escola mais simples aqui de Atibaia”, afirmou.

Eu coloquei as sementes de chia sobre o mamão e pensei no tamanho da decisão. Não é trocar uma criança de lugar como quem troca de mesa num restaurante; é admitir que o ambiente que deveria proteger e ensinar se tornou impossível para ela permanecer.

A influenciadora afirmou que tomou providências contra alunos e responsáveis e que também cogitou acionar a escola por questões administrativas. Segundo o relato dela, a instituição demorou a entregar a nota da última prova feita pelo filho. O nome da escola e a identidade do menino não foram divulgados.

Jaque disse que o resultado da mudança trouxe alívio. “Está brilhando, superfeliz na escola e com os amigos. Foi a melhor decisão que eu tive”, declarou. E essa é a única régua que importa aqui: criança tem de estar segura, aprendendo e fazendo amigos, não tentando sobreviver ao recreio.

Eu guardei o prato na pia e deixei a máquina terminar seu ciclo. A mãe pode ter uma história pública, ter participado de reality, dar entrevista ou aparecer nas redes, mas o filho não é extensão da fama de ninguém nem alvo disponível para covardia.

Escolas públicas e privadas têm dever de prevenir e enfrentar violências entre estudantes, com acolhimento às vítimas e comunicação aos responsáveis. Que o novo colégio seja, para esse menino, o começo de uma fase mais leve.

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