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Kátia Flávia
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Sarah Mattar fecha a Puglia para casamento de quatro dias na Itália

Sarah Mattar e Marcelo Fonseca voltam ao Borgo Egnazia, onde ficaram noivos, para uma celebração com Vivienne Westwood, gastronomia italiana e convidados de diferentes partes do mundo

Kátia Flávia

11/09/2026 10h31

O casamento de Sarah Mattar e Marcelo Fonseca reúne convidados de diferentes partes do mundo em uma programação inspirada na gastronomia, arquitetura e tradições da Puglia - Divulgação

O casamento de Sarah Mattar e Marcelo Fonseca reúne convidados de diferentes partes do mundo em uma programação inspirada na gastronomia, arquitetura e tradições da Puglia – Divulgação

Gente, eu estou perplexa. PERPLEXA. Eu estava tentando entender a minha própria vida quando recebo a informação de que Sarah Mattar simplesmente voltou ao lugar onde foi pedida em casamento para casar. Na Puglia. Durante quatro dias. No Borgo Egnazia. Meu amor, eu mal consigo voltar ao restaurante onde tive um encontro ruim.

Foi exatamente ali, há um ano, que Marcelo Fonseca pediu Sarah em casamento. Agora, entre 10 e 14 de setembro, os dois reuniram familiares e amigos de diferentes partes do mundo para celebrar a união. E escolheram transformar o casamento em uma experiência inteira, com gastronomia, música, arquitetura e tradições da região italiana.

E Sarah entrou no negócio com vontade. O convite da Paper House já antecipava a estética da Puglia, com ilustrações idealizadas pela própria noiva. Ou seja, o convidado nem tinha feito a mala e já estava sendo avisado: meu filho, você não está indo apenas a um casamento. Prepare o passaporte e a dignidade.

A primeira noite aconteceu em 10 de setembro, com um welcome cocktail ao pôr do sol, em um jardim de oliveiras. Pizza, gelato, spritz e aquela arquitetura de pedra do Borgo Egnazia que faz qualquer foto de celular parecer campanha internacional. É nesse momento que eu olho para o meu cotidiano e penso: onde foi que eu errei?

Agora segura Sarah Mattar. Para receber os convidados, ela apareceu com vestido curto de Vivienne Westwood e uma capa feita sob medida por Diane de Malherbe. Descontraída? Sim. Discreta? Nem precisava. Se eu volto ao lugar onde fui pedida em casamento para começar quatro dias de festa na Itália, minha filha, eu também quero capa. E vento. E fotógrafo me esperando.

O que me pegou nessa história foi justamente o endereço. O Borgo Egnazia não entrou porque ficava bonito no álbum. Foi onde essa história mudou de fase há um ano e agora virou cenário do casamento. Isso, meus queridos, até esta fofoqueira aqui respeita. Só continuo perplexa porque tem gente vivendo com Vivienne Westwood, oliveira e spritz enquanto eu estou aqui tentando organizar a sexta feira.

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