Menu
Kátia Flávia
Kátia Flávia

São João do Maranhão terá 70 dias de festa e deve mover R$ 400 milhões

Com abertura oficial marcada para 6 de junho em São Luís, o estado entra na reta final da temporada junina mais aguardada do país. E a Kátia daqui do Rio já está com a mala feita mentalmente.

Kátia Flávia

29/05/2026 16h15

O São João do Maranhão 2026 promete entrar para a história com mais de 70 dias de programação e expectativa de movimentar R$ 400 milhões

O São João do Maranhão 2026 promete entrar para a história com mais de 70 dias de programação e expectativa de movimentar R$ 400 milhões

Estava descendo a ladeira de Santa Teresa a caminho de um almoço tardio quando o celular tocou, e era justamente uma fonte minha do Maranhão com a voz vibrando de orgulho: o São João 2026 vai ser diferente de tudo que veio antes. Eu parei ali mesmo, na calçada de paralelepípedo, e fui anotando tudo no guardanapo que tinha na bolsa.

O São João do Maranhão 2026 chega com mais de 70 dias de programação e mais de 700 atrações distribuídas pelos circuitos oficiais em São Luís e no interior do estado. O governo Carlos Brandão quer superar a marca histórica de R$ 400 milhões movimentados em 2025, e para isso não está brincando em serviço: a abertura oficial acontece dia 6 de junho na Lagoa da Jansen, com bois, cacuriá e tambor de crioula num espetáculo que mistura sagrado e profano do jeito que só o Maranhão sabe fazer.

O esquenta já está acontecendo neste domingo (31) com o encerramento do Maranhão de Reencontros, projeto pós-pandemia que virou ritual obrigatório da temporada junina maranhense. Bumba Meu Boi de Maracanã, Bumba Meu Boi Oriente, Cacuriá Balaio de Rosas, Companhia Barrica e Tambor de Crioula da Fé em Deus desfilam na Concha Acústica Reynaldo Faray a partir das 17h30, de graça, para turistas, famílias e curiosos que já chegaram na cidade querendo sentir o cheiro da festa antes da festa.

O projeto reuniu em maio os grupos mais emblemáticos da cultura popular maranhense, de Boi de Morros a TC Maracrioula, consolidando a Lagoa da Jansen como ponto de encontro entre o público contemporâneo e as raízes mais fundas do estado. É cultura popular com estratégia, com investimento, com escuta e com a consciência de que o São João maranhense é patrimônio que não pode ser desperdiçado.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado