A casa de Éder Militão, em La Moraleja, área nobre nos arredores de Madri, foi invadida durante o clássico entre Real Madrid e Barcelona, em 25 de outubro. O prejuízo estimado supera 350 mil euros, cerca de R$ 2,2 milhões, segundo a imprensa espanhola.
Eu já estava à mesa, começando o brunch com a notícia ainda pesada da pauta anterior, quando resolvi olhar a lista do que desapareceu. Meu amor, não foi um furto: foi uma vitrine de luxo inteira levada embora.
Entre os itens furtados está um Rolex avaliado em 53 mil euros, aproximadamente R$ 320 mil. Também desapareceu um relógio Richard Mille estimado em 170 mil euros, mais de R$ 1 milhão na conversão atual.

Eu até parei com o garfo no ar, porque um relógio sozinho valer mais de um milhão de reais é o tipo de informação que faz a gente entender por que a palavra “prejuízo” ganhou outro tamanho nessa história.
Os criminosos também teriam levado três bolsas da Chanel, avaliadas em conjunto em cerca de 15 mil euros, além de anéis e pulseiras da Cartier que somariam outros 25 mil euros. Joias, braceletes e malas completam a lista divulgada.
O crime teria ocorrido entre 21h e 22h, enquanto Militão estava no banco de reservas durante a partida. Familiares assistiam ao jogo no andar inferior da residência e, segundo os relatos, não perceberam a ação no piso de cima.

Eu fico pensando no susto de encontrar um quarto revirado depois de uma noite de futebol. Dinheiro nenhum compra a tranquilidade de saber que alguém entrou na sua casa enquanto pessoas da família estavam ali dentro.
A polícia espanhola foi acionada e investiga o caso com apoio da segurança do condomínio. Até agora, não há informação pública sobre a identificação dos responsáveis ou a recuperação dos bens.
Eu sigo no meu brunch, mas com aquele aperto que não sai fácil: relógio se substitui, bolsa se compra de novo, mas a sensação de segurança depois de uma invasão demora muito mais para voltar.