SOCORRO! Estou ligando para as minhas fofoqueiras do Leblon , pois acabei de receber uma notícia no meu Whatsapp que me deixou completamente horrorizada feat chocada.
Os restos mortais do cantor Claudinho (1975-2022), que fazia dupla com Buchecha, sumiram de seu túmulo no cemitério Memorial do Carmo, localizado no Rio de Janeiro.
A viúva do artista, Vanessa Alves entrou em desespero e entrou na Justiça para resolver o ocorrido. Esse caso veio à tona no programa A Tarde é Sua desta sexta-feira (16) e o colunista Alessandro Lo-Bianco relatou que a família do cantor descobriu que a administração do local tirou os restos dele do jazigo sem o seu consentimento.
Em 2002, quando Claudinho morreu por conta de um acidente de carro, a gravadora responsável pela dupla dele com Buchecha deu o túmulo perpétuo para que ele fosse enterrado.
Vanessa só descobriu a sobre o desaparecimento dos restos mortais do marido por meio de relatos nas redes sociais. Parece que um fã do cantor, que é criador de conteúdo, foi ao cemitério para visitar o jazigo do artista e alertou a viúva sobre o ocorrido.
Chocada com a descoberta que fez nas redes sociais, Vanessa Alves procurou a administração do cemitério Memorial do Carmo e foi informada de que o corpo de seu marido foi exumado sem a autorização da família.
“Me informaram que fizeram a exumação após tentar contato com a família por telegrama. (…) Fique muito triste. Por ser um jazigo perpétuo, eles não deveriam abrir”, argumentou a viúva, em conversa com o programa da RedeTV!.
Os restos mortais de Claudinho foram exumados ilegalmente, sem a autorização da família, e colocados em um ossário coletivo juntamente com outras sete pessoas.
Segundo o processo judicial que tramita na 1ª Vara Cível da Ilha do Governador movido por Vanessa, o espaço teria sido vendido ilegalmente para outra família em 2021. O jazigo foi comprado pela gravadora Universal Music e repassado à viúva do cantor. Atualmente, está sepultada no local uma mulher chamada Mercedes Lema Suárez de Mato.
“Os restos mortais do cantor não mais se encontravam em seu devido jazigo e sim de outra pessoa, diante de uma realidade perturbadora, que não apenas viola o direito à memória e ao luto, mas também expõe falhas graves no gerenciamento dos espaços cemiteriais”, destaca um trecho do processo.