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Kátia Flávia
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Rafa Kalimann relata “burnoutzão” após Barretos: “Prestes a enlouquecer”

Influenciadora disse que o excesso de compromissos se acumulou depois da festa e a fez reorganizar prioridades, trabalho e rotina pessoal

Kátia Flávia

04/09/2026 18h15

Rafa Kalimann falou sobre a exaustão acumulada após a Festa do Peão de Barretos

Rafa Kalimann falou sobre a exaustão acumulada após a Festa do Peão de Barretos

Rafa Kalimann contou que enfrentou um período intenso de exaustão depois de participar da Festa do Peão de Barretos. A influenciadora disse que já vinha de semanas cheias e que, após o evento, as demandas profissionais, familiares e pessoais se acumularam. O relato foi divulgado pelo Portal LeoDias.

Eu sugeri uma pausa diferente na reunião: deixamos os celulares virados para baixo numa cesta de palha, marcamos dez minutos no relógio e cada uma teve de dizer uma coisa que está carregando sozinha sem precisar. Não era terapia, nem dinâmica de empresa com post-it motivacional; era só um pacto entre amigas contra a falsa urgência de tudo.

Rafa descreveu o período como um “burnoutzão” e disse que, depois de Barretos, se viu diante de tantas pendências que não conseguia saber por onde começar. “Você simplesmente não consegue sair do lugar”, contou.

Eu ouvi uma das amigas dizer que tinha três convites para recusar, outra admitiu que precisava delegar uma tarefa e eu escolhi uma coisa muito simples: não responder mensagem que começa com “é rapidinho” durante descanso. Porque quem já viveu semana cheia sabe que o problema não é só ter muito para fazer — é cada assunto se apresentar como incêndio.

Rafa decidiu colocar tudo no papel e separar as responsabilidades por áreas e prioridades. Na lista estavam compromissos como apresentadora, influenciadora e empresária, além de questões familiares, propriedades, projetos sociais, consultas e planos pessoais.

A influenciadora também citou os cuidados com a filha, as demandas ligadas ao companheiro Nattan e a vontade de retomar atividades que havia deixado de lado. Ao olhar para a lista, ela percebeu que quase não havia espaço para ela mesma. “Que parte da lista eu entro?”, questionou.

Eu peguei um dos celulares da cesta quando o tempo acabou e a reunião ganhou outro assunto: o que pode esperar até amanhã sem o mundo desabar. A resposta, para alegria da humanidade, foi muita coisa. Rafa não está dizendo que trabalho, família ou projetos não importam; está percebendo que ninguém consegue sustentar tudo no braço sem pagar uma conta por dentro.

Ela afirmou que conta com uma rede de apoio e pretende usar esse momento para reorganizar a rotina, rever o que é prioridade e entender quais compromissos realmente precisam permanecer. A fala dela é um alerta pessoal, não um diagnóstico médico público, mas expõe uma sensação conhecida por muita gente que vive em modo de urgência permanente.

Eu tirei o último celular da cesta e devolvi a conversa ao ritmo normal, só que mais leve. Rafa pode ter chamado de “burnoutzão”, mas a conclusão dela foi muito séria: quando tudo pede demais, talvez a primeira coisa a fazer seja descobrir onde você deixou a si mesma no meio da lista.

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