Gente, eu estava cuidando da minha vida aqui em Portugal quando o telefone toca. Era o pessoal da Globo com o resumo de Quem Ama Cuida. Começaram a me contar o sábado, eu ouvi quietinha. Quando chegaram na segunda-feira, interrompi: “Volta. Quem é que vai aparecer naquele escritório?”
Porque eles resolveram guardar a bomba para o final.
No sábado (3), Adriana começa a pensar seriamente em se tornar presidente da joalheria. Não é conversa jogada fora. A mulher está olhando para a cadeira mais importante da empresa e pensando: por que não eu?
Enquanto isso, Fábia leva uma pancada daquelas. Lyris afirma que ela nunca apoiou Ulisses, e Fábia fica arrasada. Tem frase que numa família vale por um tapa.

E Ulisses também resolveu distribuir sentença. Ele não aceita o namoro de Carolina com Patrick. Já Pedro começa a perceber outra movimentação e insinua que Cléber pode estar interessado em Elenice.
Só que tem uma história que merece atenção. César afirma a Bia que o pai não cometeu erro médico. E isso não termina no sábado.
Na segunda-feira (5), Otoniel aconselha César a continuar procurando a verdade sobre o que realmente aconteceu com o pai. Quando novela manda personagem “continuar procurando a verdade”, eu já sei que tem esqueleto fazendo barulho dentro do armário.
Mas segura essa.

Pedro avisa André e Cléber que vai encontrar uma pessoa misteriosa no escritório. Misteriosa. Foi exatamente nessa hora da ligação que eu parei de fazer qualquer outra coisa.
Enquanto Ingrid estranha toda a animação de Pilar com o jantar de noivado de Rafael, Pedro chega para o tal encontro. Abre a porta do escritório e…
HEITOR BRANDÃO.
Eu levei a mão no peito.
Pedro fica incrédulo ao dar de cara com ele. E eu só consegui perguntar para a minha fonte: “Vocês vão terminar desse jeito mesmo?”. Porque isso não é final de capítulo. Isso é maldade com noveleiro.
Isso aqui saiu direto da boca do pessoal da Globo, gente, eu não invento nada.
Agora eu quero saber o que Heitor Brandão está fazendo ali e por que esse encontro precisava ser misterioso. Podem me deixar saracoteando por Portugal à vontade, mas segunda-feira ninguém me procura.
Se Pedro ficou incrédulo quando abriu aquela porta, eu já estou em choque antes mesmo de ele colocar a mão na maçaneta.