Gente, eu acabei de chegar aqui em Cosme Velho, a bolsa ainda no ombro, a chave na mão, quando o produtor me manda a notícia da Fiorella Mattheis grávida do terceiro filho. Terceiro! Em menos de três anos! Mas todo mundo ficou falando da Fiorella e ninguém parou pra perguntar: quem é o pai dessa criança toda?
Roberto Marinho Neto. Anota esse nome. Neto do fundador do Grupo Globo, CEO do Globo Ventures, membro do conselho de administração da maior empresa de mídia do Brasil. O homem que comanda bilhões sem que ninguém consiga fotografá-lo numa mesa de negociação. Eu chamo ele de O Herdeiro Fantasma. Discreto ao ponto de quase virar lenda urbana da Faria Lima.

E antes de virar o papai do ano mais poderoso do país, ele ainda passou pela diretoria-geral de Esportes do Grupo Globo. Que é, minha gente, o ringue mais caro e nervoso da empresa inteira. Direitos de transmissão, guerra com Amazon, negociação com federações. Quem sobrevive a isso sem virar personagem de escândalo corporativo tem exatamente o sangue frio que conselho bilionário precisa.
O currículo afetivo dele antes da Fiorella também não é modesto: Ana Beatriz Barros, Izabel Goulart e Marina Ruy Barbosa. Discreto em tudo, inclusive nisso. Casou com a Fiorella em 2021 numa cerimônia intimista na Itália, longe de drone, de transmissão ao vivo e de colunista curiosa.
A Kátia larga a bolsa no sofá e avisa: esse é o papai do ano que o Brasil não sabia que precisava conhecer. Terceiro filho chegando, império bilionário a postos, e ele ainda sem um post sequer no LinkedIn. Esse homem é uma operação.
