Pablo Marçal publicou um vídeo nas redes sociais pedindo ajuda da população para localizar o helicóptero que levava Rick, da dupla Rick & Renner, o empresário Bruno Avelar, um videomaker e o piloto em Santa Catarina. A aeronave perdeu comunicação durante o voo, e as buscas seguem sem confirmação sobre a localização dos ocupantes.
Já com a vitamina na mão no café da academia, eu vi o vídeo e entendi o tamanho do desespero de quem conhece alguém que está naquele helicóptero. Quando as equipes procuram na mata, com chuva e visibilidade ruim, uma foto tremida, um barulho ouvido de longe ou uma passagem registrada por alguém pode deixar de ser detalhe e virar pista.

Marçal pediu que moradores de Urupema, Urubici, Vacas Gordas, Bom Retiro e Alfredo Wagner compartilhem qualquer informação que possa ajudar. Ele divulgou um contato de WhatsApp para receber relatos, imagens e vídeos, mas fez um pedido essencial: nada de trote.
“Um helicóptero, nessa manhã, perdeu a comunicação. Tá com o nosso irmão, o Bruno Avelar, e o Rick do Rick & Renner, e videomaker e os pilotos. A gente não consegue comunicação com eles”, disse o empresário, em vídeo divulgado nas redes sociais.
Ele também citou o mau tempo como um dos principais entraves da operação. “A chuva, a situação meteorológica tá bem degradada. Os resgates não estão conseguindo acessar o lugar da última localização”, afirmou Marçal, ao pedir que a mensagem fosse compartilhada entre moradores da região.
E eu vou falar uma coisa sem enfeite: a internet, quando quer ajudar, é uma potência. Mas, quando resolve inventar que helicóptero foi encontrado, que perfil saiu do ar por motivo X ou que alguém recebeu ligação secreta, ela só coloca mais peso numa história que já é pesada demais. Nesse momento, ajuda é informação concreta, não roteiro de suspense.

O apelo acontece enquanto Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Defesa Civil e Força Aérea Brasileira mantêm as buscas em áreas da Serra Catarinense. As equipes chegaram a concentrar esforços em Vacas Gordas e, depois, em uma região próxima a São Joaquim, indicada pelo último sinal de celular de um dos ocupantes.
Marçal reforçou que qualquer pessoa que tenha visto uma aeronave voando baixo, ouvido um ruído incomum ou tenha imagens que possam ajudar deve encaminhar o material às equipes responsáveis. “Ora, por favor, nos ajude”, pediu. É uma mobilização que nasce da aflição, mas que precisa caminhar junto da cautela.