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Kátia Flávia
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Mofo, perícia e R$ 100 mil: Junior Lima recebe notícia indigesta na Justiça; entenda

Irmão de Sandy rompeu contrato de aluguel alegando risco à saúde dos filhos, mas laudo pericial enfraqueceu parte central de sua defesa

Kátia Flávia

24/05/2026 8h53

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Junior Lima enfrenta processo após romper contrato de aluguel por problemas no imóvel.

Junior Lima recebeu um laudo pericial com boas e más notícias em um processo movido pelo proprietário de um apartamento alugado anteriormente pelo músico. O irmão de Sandy rompeu o contrato do imóvel alegando risco à saúde dos filhos por problemas de umidade, bolor e infiltração, mas a perícia recém-concluída enfraqueceu parte importante da versão apresentada por ele na Justiça.

Eu já tinha abandonado a ideia de fingir que o domingo seria silencioso. Levantei da cama, abri a janela para o solzinho entrar de vez, coloquei uma roupa qualquer de manhã em casa e deixei o grupo das amigas fervendo no viva-voz enquanto uma mandava áudio sobre mofo no armário. Foi nessa hora que apareceu Junior Lima brigando na Justiça por causa de infiltração. Achei até poético: domingo mal começou e já tem bolor dividindo palco com herdeiro de Xororó.

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Laudo pericial apontou infiltração em sala de música, mas afastou tese de imóvel inabitável.

O caso envolve um processo movido por um empresário, dono do apartamento alugado por Junior. O cantor teria quebrado o contrato ao alegar que o imóvel apresentava umidade e bolor constantes, o que colocaria em risco a saúde dos filhos.
A Justiça determinou uma perícia no apartamento, conduzida pelo engenheiro civil Diego Nunes Pinheiro. Segundo o laudo, Junior tem razão ao apontar um problema estrutural na propriedade. A infiltração na sala de música seria recorrente e poderia estar ligada a uma falha de construção, classificada como vício oculto.

A parte complicada para o músico vem logo depois. O engenheiro não identificou umidade excessiva que sustentasse a tese de infiltração generalizada no imóvel. Com isso, afastou a principal alegação de que o apartamento estaria completamente inabitável.
O laudo também aponta que o mofo pode ter sido causado pelo mau uso do imóvel pelos locatários, incluindo falta de ventilação. A conclusão pode pesar contra Junior no andamento do processo.
A disputa ainda envolve a possibilidade de Junior e seus pais terem que pagar cerca de R$ 100 mil ao proprietário do apartamento, valor ligado ao rompimento do contrato de aluguel. A ação segue em análise na Justiça.

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Irmão de Sandy alegou risco à saúde dos filhos por umidade e bolor no apartamento.

No grupo das amigas, claro, bastou eu falar “Junior Lima” e “mofo” na mesma frase para virar assembleia. Uma disse que mofo é caso de saúde pública, outra falou que casa fechada vira laboratório, e a terceira, que sempre dramatiza tudo antes do café, decretou que infiltração é a vilã mais persistente do Brasil: entra muda, cresce escondida e quando aparece já quer indenização.

Eu, que não sou engenheira, mas já morei em apartamento carioca o suficiente para respeitar uma parede suspeita, só digo uma coisa: quando a perícia entra na história, a fofoca muda de cheiro. Antes era bolor, saúde e quebra de contrato. Agora é laudo de 200 páginas, vício oculto, mau uso e um possível prejuízo daqueles que nem Sandy cantando baixinho resolve.

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