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Kátia Flávia
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“Meu Deus do céu”: Repórter da Globo segura arma ao vivo no México e deixa bastidor em pânico

Sofia Arruda Miranda recebeu uma arma de brinquedo de integrantes de uma banda mariachi durante transmissão da GE TV e assustou colegas que acompanhavam tudo em tempo real

Kátia Flávia

10/06/2026 14h00

Sofia Arruda Miranda assustou colegas ao segurar uma arma de brinquedo ao vivo

Sofia Arruda Miranda assustou colegas ao segurar uma arma de brinquedo ao vivo

A repórter Sofia Arruda Miranda, da GE TV, causou um susto daqueles nos bastidores da emissora durante uma transmissão ao vivo no México. A jornalista apareceu segurando uma arma de brinquedo entregue por um integrante de uma banda mariachi tradicional e deixou colegas em pânico por alguns segundos.

Finalmente sentei na cadeira do cabeleireiro com aquela capa preta que transforma qualquer mulher num projeto de vilã internacional. Mal deu tempo de explicar que eu queria só aparar as pontas, sem sair parecendo que terminei um casamento, e o celular apareceu com a repórter da Globo segurando uma arma ao vivo no México. Eu olhei pelo espelho, o cabeleireiro parou com a tesoura no ar e eu só pensei: pronto, agora até mariachi virou teste de pressão para chefia de TV.

O episódio aconteceu nesta terça-feira (09), durante uma cobertura da GE TV no México. Sofia estava ao lado de músicos de uma banda mariachi quando recebeu o objeto de um dos integrantes do grupo. Ao segurar a arma de brinquedo, ela reagiu: “É pesado!”.

A frase, sozinha, já bastou para acender o alerta de quem acompanhava a transmissão nos bastidores.

Os profissionais que viam tudo em tempo real se assustaram com a cena e reagiram no desespero bem-humorado. “Ai meu Deus do céu. Sofia, pelo amor de Deus, Sofia”, disseram.

A repórter Mariana Spinelli também entrou na brincadeira nas redes sociais e revelou o susto da equipe. “Vocês precisam ver a cara dos chefes quando alguém soltou A SOFIA TÁ COM UMA ARMA”, contou.

Depois da repercussão, Sofia explicou que tudo não passava de parte da fantasia usada pelos músicos mexicanos. “Era tudo fantasia, eu juro!”, respondeu.

A situação viralizou justamente pelo contraste entre o clima festivo da reportagem e o pânico instantâneo de quem viu a cena sem contexto. No México, armas cenográficas fazem parte de algumas caracterizações culturais e apresentações musicais, mas, no susto de uma transmissão ao vivo, bastou aparecer na mão da repórter para o bastidor inteiro quase precisar de um calmante coletivo.

Quando o cabeleireiro voltou a mexer no meu cabelo, eu já estava pensando que reportagem ao vivo é uma arte injustiçada. A pessoa sai para mostrar música, cultura e bastidor da Copa, e do nada vira personagem de filme de ação com mariachi ao fundo. Ainda bem que era brinquedo. Porque se fosse pauta de segurança pública, minha filha, a Globo tinha derrubado o link, chamado o intervalo e mandado todo mundo respirar dentro de um saco de papel.

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