Gente, PAREI a rolagem no meio do feed. Mari Palma, da CNN Brasil, virou nome oficial na lista das 30 pessoas mais influentes da comunicação e do marketing do Brasil. E não foi enquete de Instagram, foi estudo com nome pomposo e curadoria de gente grande.
O crachá saiu do estudo Pulso 2026/2027, batizado de Influência Digital e Liderança, assinado pela Deck, consultoria de reputação, em parceria com a Nexus, braço de inteligência analítica. As duas são do mesmo grupo, o FSB Holding.
Traduzindo o economês: eles vasculharam mais de dois mil perfis distribuídos em 21 setores que pesam no PIB brasileiro, cruzaram presença e engajamento nas redes com análise qualitativa e, só depois, colocaram gente de carne e osso para bater o martelo. Nada de ranking por curtida. Os 30 nomes saíram em ordem alfabética e sem hierarquia. Ninguém é a “primeira colocada”, e isso já poupou uma treta e tanto.
O anúncio saiu na sexta (21), no evento RepCom, que é tipo o red carpet oficial de quem vive de reputação para viver. E, enquanto a Deck e a Nexus jogavam luz nos escolhidos, Mari Palma colecionava mais um capítulo numa carreira que já é praticamente parte do prédio da CNN Brasil: ela está lá desde a fundação do canal.
Detalhe que não é força de expressão: ela estreou o programa Na Palma da Mari, Entre Mulheres no YouTube em 20 de agosto, dois dias antes de ele chegar à grade da própria CNN Brasil. A produção reúne mulheres de áreas diferentes falando de carreira, escolha e tropeço profissional. Ou seja, ela colheu o reconhecimento de influência bem no momento em que lançava produto novo. Timing de quem sabe o que está fazendo, não coincidência.

E por que isso interessa a quem não trabalha com imprensa? Porque influência virou ativo de balanço tanto quanto ação em bolsa: marca que quer patrocínio, plataforma que quer audiência e até concorrente que quer benchmark ficam de olho em quem entra nessa lista, porque ela mexe em cachê, convite para painel e poder de negociação de contrato. Reputação hoje se mede com uma régua cada vez mais analítica.
Veredito da Kátia: enquanto tanta gente ainda acha que influência se compra com bot e hashtag, Mari entrou para a lista mostrando currículo, alcance e produto novo saindo do forno. Isso não é sorte de sexta-feira, é ativo que a mulher vem construindo desde 2020.