Ainda estava em casa, café na mão, me recompondo do fim de semana, quando a notificação chegou e eu parei tudo. Luma de Oliveira tinha ido às redes de manhã cedo com um recado pra Eike Batista que não precisava de tradutor.
O estopim foi Eike chamando os filhos Thor, 34 anos, e Olin, 30, ambos filhos do casamento com Luma que durou de 1991 a 2004, de “geração fru-fru” e “floquinho de neve” num podcast. Luma respondeu na hora, sem mediador e sem advogado na frente: disse que a passagem pela prisão não tornou o ex menos arrogante, que ele faliu famílias e agora desrespeita os próprios filhos publicamente, e ainda lembrou que ouvir até hoje que o pai dele deu o “caminho do ouro” não deve fazer bem ao equilíbrio mental de ninguém. Recado dado, recado entendido.


O que me chamou mais atenção foi o detalhe que ela jogou no final: Olin trabalha com o pai. O homem classificou como floquinho de neve um filho que está no próprio escritório dele. Isso já passa de irresponsabilidade paterna e entra no território da incoerência mesmo. Luma não deixou essa passar: “A maneira desrespeitosa de falar publicamente de dois rapazes, sendo os próprios filhos, diz mais sobre ele do que sobre os filhos.”
A ex-modelo ainda reforçou que foi ela quem acompanhou os filhos em todas as atividades quando eram menores, e apontou que Eike diferenciou os herdeiros mais velhos dos caçulas, frutos de outro relacionamento. Essa comparação pública entre filhos é o tipo de coisa que dói diferente, e Luma foi cirúrgica em nomear isso sem precisar gritar.
Eike não comentou. Claro que não. Quando o silêncio é a única saída, é porque a fala original já disse o suficiente para incriminar. Luma encerrou o post com “Lastimável… Não sei onde tudo isso vai parar”, e eu, honestamente, também não sei. Mas sei que ela foi lá, disse, assinou embaixo e não pediu desculpa nenhuma.
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