Minha gente, eu estava aqui no Cosme Velho quando me deparei com uma informação que certamente vai render conversa nas rodas políticas de Brasília. Lula está praticamente sem voz! E não sou eu quem está dizendo. É Lauro Jardim, de O Globo, que publicou a informação nesta sexta-feira (30). O esforço da campanha eleitoral teria cobrado um preço alto das cordas vocais do presidente. E olha que estamos falando de um homem que fez da própria voz uma de suas maiores ferramentas políticas.
Segundo a coluna, pessoas que estiveram com Lula nos últimos dois dias relatam que ele está mais rouco do que nunca. Aos 81 anos, completados na última terça-feira (27), o presidente enfrenta as consequências de uma campanha intensa. E convenhamos: para um político que construiu a carreira discursando, ficar praticamente sem voz não é exatamente um detalhe.
Agora, imaginem a situação em Brasília. Um presidente conhecido pelos discursos longos, pelas improvisações e pela disposição de falar sobre praticamente qualquer assunto aparece com dificuldades para usar justamente seu principal instrumento de comunicação. É o tipo de notícia que atravessa rapidamente as conversas políticas, especialmente num momento em que cada movimento presidencial é acompanhado de perto.
O que ainda não se sabe é a gravidade da rouquidão, se Lula precisará de repouso vocal ou se existe alguma recomendação médica específica. A informação publicada por Lauro Jardim não apresenta diagnóstico clínico nem indica lesão nas cordas vocais. Portanto, nada de transformar rouquidão em doença sem confirmação.
Mas uma coisa eu digo: Lula passou a campanha inteira tentando fazer sua voz chegar aos quatro cantos do Brasil. Agora, depois da vitória nas urnas, é justamente a voz que está pedindo descanso. A política brasileira tem dessas ironias. O homem que passou meses falando para conquistar votos terminou a eleição precisando de silêncio.