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Kátia Flávia
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Ludmilla estreia nova camisa da Seleção e domina evento da CBF

A nossa musa foi um dos nomes centrais do evento que apresentou a nova camisa azul da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo. Ludmilla subiu ao palco em São Paulo, participou da ação da Jordan Brand com a CBF e reforçou a ponte entre música, moda e futebol.

Kátia Flávia

14/03/2026 10h00

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A cantora foi uma das grandes protagonistas do evento, realizado em São Paulo, que marcou o anúncio da parceria inédita entre a Jordan Brand e a Confederação Brasileira de Futebol.(Crédito: Ygor Marques)

Amores , a cantora apareceu como um dos grandes nomes da apresentação da nova camisa azul da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, em São Paulo, e fez aquilo que ela sabe fazer com precisão de craque em final, chegou, ocupou o centro da cena e deixou todo mundo entendendo que, quando o assunto é cultura pop brasileira com alcance de estádio, ela joga na seleção principal faz tempo. O lançamento marcou a parceria inédita entre a Jordan Brand e a CBF, que leva pela primeira vez o símbolo do Jumpman para o uniforme de uma seleção nacional. Eu bati o olho e pensei, meu amor, isso aqui não é só camisa, é marketing com bíceps, moda com apelo global e Brasil tentando entrar no túnel da Copa com pose de campanha internacional.

No palco, Ludmilla comandou dois momentos, e aí a coisa ficou daquele jeitinho que eu gosto, fato com espetáculo e espetáculo com assinatura. Primeiro, ela apareceu ao lado de Veigh para apresentar um remix especial de “Sou Má”. Depois, voltou sozinha com um remix de “BOTA”, faixa que foi empurrada com força para o verão e acabou virando uma das estreias pop mais comentadas do ano no Brasil. E vamos combinar, né, minha gente, chamar Ludmilla para embalar o lançamento de uma camisa da Seleção não é detalhe, é recado. É a marca dizendo que quer impacto, conversa com a rua, com a pista, com a internet e com a turma que consome futebol como estilo de vida, não só como placar de domingo. Ela não entrou de figurante de luxo. Entrou como peça central de um tabuleiro muito bem montado, porque hoje quem lança uniforme quer também lançar assunto.

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Crédito: Ygor Marques

Tem mais. Ludmilla já integra o squad da Nike há anos e agora passa a circular também nesse novo momento da Jordan Brand no futebol mundial. No Brasil, ela aparece nessa família ao lado de nomes como Veigh e Ronaldinho Gaúcho, o que já entrega o tamanho da operação. E eu preciso dizer, com todo meu carinho por quem ainda acha que cantora só canta, Ludmilla virou há muito tempo um ativo de marca. Ela conecta moda, música, esporte, rede social, campanha, performance e desejo de consumo numa tacada só. Não é à toa que colocaram a artista no coração desse lançamento. No release, o texto ainda crava que ela é a maior artista preta da América Latina e que segue ampliando presença em projetos que misturam cultura contemporânea e entretenimento de massa. Tradução Kátia Flávia, meu bem, Ludmilla não está sendo chamada para compor cenário, ela está sendo chamada porque entrega relevância, tração e barulho.

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Crédito: Ygor Marques

E o burburinho já vinha de antes, porque ninguém acende uma operação desse tamanho do nada. O lançamento da camisa começou a render nas redes antes mesmo do anúncio oficial, quando Ludmilla apareceu usando a jaqueta da coleção ao chegar no bloco Fervo da Lud, no Rio, em fevereiro. Aí, pronto, a internet fez o que ela sabe fazer de melhor, farejou, especulou, compartilhou, montou teoria e ajudou a cozinhar essa expectativa até o grande dia. Além disso, a nova camisa azul será usada pela Seleção Brasileira pela primeira vez no amistoso contra a França, marcado para 26 de março. Ou seja, não estamos falando só de look bonito em evento com luz baixa e celebridade bem posicionada. Estamos falando de um uniforme que já nasce embalado por narrativa, desejo e presença pop. E isso, convenhamos, vale ouro em ano de Copa.

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Crédito: Ygor Marques

No fim das contas, Ludmilla saiu desse lançamento maior do que a própria foto posada no release. Ela virou a tradução perfeita daquilo que o projeto queria comunicar, Brasil com estilo, poder pop, ambição global e uma tentativa bem calculada de fazer futebol conversar com moda e música no mesmo idioma. Eu li tudo e quase gritei “me respeita, Brasil”, porque tem artista que participa de evento e tem artista que carimba a identidade do evento inteiro. Ludmilla foi essa segunda opção, com folga e sem pedir licença. Guardem esse print, meus fofoqueiros de elite, porque quando a Seleção entra em campo vestida de campanha e Ludmilla entra em cena vestida de protagonista, a mensagem é uma só, o jogo agora também é de imagem.

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