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Kátia Flávia
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Lucas Borba responde críticas por novo amor três meses após morte de Isabel Veloso

O viúvo da influenciadora que morreu aos 19 anos após batalha contra o câncer quebrou o silêncio nos stories para explicar que seu luto começou muito antes da despedida final. A internet julgou sem saber o que havia dentro daquele casamento

Kátia Flávia

16/04/2026 11h30

Lucas Borba responde críticas por novo amor três meses após morte de Isabel Veloso | Reprodução (Instagram)

Lucas Borba responde críticas por novo amor três meses após morte de Isabel Veloso | Reprodução (Instagram)

Estava descendo em direção ao sul da Itália quando a notificação chegou no meu telefone com o nome de Isabel Veloso, e eu precisei parar um momento. Essa história não é fofoca. Essa história é sobre um homem que assistiu a mulher que amava lutar contra o câncer até o último dia, e que hoje precisa se explicar para estranhos sobre a velocidade com que tenta voltar a viver.

Na manhã desta quinta-feira, Lucas Borba usou os stories do Instagram para responder às críticas que vinha recebendo desde que confirmou estar em um novo relacionamento, menos de quatro meses após a morte de Isabel Veloso, que faleceu em 10 de janeiro, aos 19 anos, em decorrência de complicações de um câncer. Lucas contou que seu luto começou antes da despedida final, que esteve presente em cada hospital, em cada madrugada, em cada crise que a doença trouxe, e que Isabel havia lhe pedido, em particular, que seguisse em frente, que fosse feliz, que fizesse isso por ele e pelo filho do casal, Arthur, de um ano. A identidade da nova companheira ainda não foi revelada, mas ele publicou uma foto dela com o menino e escreveu que ver o TuTu feliz o tem deixado feliz.


O desabafo viralizou imediatamente. Os comentários se dividiram entre pessoas que reconheceram a crueldade de medir luto por calendário e outras que consideraram o prazo curto demais.
Nos perfis de fofoca, o debate tomou proporções de finale de novela, com capturas do story circulando em loop e famosos da internet se posicionando nos dois lados da discussão.

O ponto que a maioria dos que criticam ignora é que o luto antecipatório, aquele que começa quando a pessoa amada ainda está viva mas já se sabe que a perda é inevitável, pode ser tão devastador quanto o luto que vem depois.

Lucas Borba conviveu com o diagnóstico terminal, com o peso de saber e de mesmo assim continuar presente, e carregou isso por tempo que só ele conhece. Reduzir essa experiência a uma contagem de meses é um julgamento que o lado de fora nunca terá condições de fazer com justiça.

Isabel Veloso tinha 19 anos e escolheu dividir sua jornada com o mundo. Lucas Borba escolheu honrá-la estando ao lado dela até o fim, e agora escolhe ouvir o que ela lhe pediu. Isso não pertence ao tribunal das redes sociais. Pertence a ele, ao filho que precisava de pai presente, e à memória de uma jovem que, segundo o próprio marido, pediu que ele continuasse vivendo.

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