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Kátia Flávia
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Luana Piovani anuncia boicote à Copa de 2026 e detona Trump e Fifa

Em uma sequência de vídeos nos Stories, Luana Piovani avisou que não vai assistir a nenhum jogo da Copa do Mundo de 2026 e partiu para o ataque contra a Fifa e Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos. Na melhor tradição Piovani de causar, sobrou até para quem “acha Copa boa” em pleno fim de mundo.

Kátia Flávia

11/06/2026 8h18

Luana Piovani anunciou que não pretende acompanhar a Copa do Mundo de 2026 e criticou a Fifa e Donald Trump em vídeos publicados nas redes sociais.

Luana Piovani anunciou que não pretende acompanhar a Copa do Mundo de 2026 e criticou a Fifa e Donald Trump em vídeos publicados nas redes sociais.

Tava eu aqui no Cosme Velho, escolhendo a cor do esmalte e tentando decidir se abro ou não uma prosecco às oito da manhã, quando o grupo das atrizes indignadas começou a apitar sem parar. Era um vídeo atrás do outro da Luana Piovani, direto de Portugal, explicando por que ela decretou boicote total à Copa do Mundo de 2026, essa mesma que vai ser espalhada entre Estados Unidos, México e Canadá, com Donald Trump de dono do camarote presidencial. Quando a Luana entra em modo discurso, minha filha, até a TV aqui de casa faz silêncio.

O fato é simples e barulhento, do jeitinho que a internet gosta: em vários Stories, a atriz afirmou que não pretende assistir a nenhuma partida do Mundial e que essa decisão é um posicionamento pessoal diante do cenário político global. Entre um gole de café e um close bem iluminado, ela classificou a Fifa como “instituição escrota” e reclamou que o planeta está mais preocupado com tabela de jogos do que com conflito, crise humanitária e o resto do pacote. Para fechar, cravou que os países deveriam se unir e simplesmente não jogar, deixando o torneio sem time para receber no tapete vermelho de Trump.

O desabafo cai como capítulo novo na novela longa da Luana engajada, que já tinha rendido treta com jogador famoso, apresentador querido do domingo e até influenciadora de publi de aposta. Ela construiu essa persona de cobradora oficial do rolê, que mistura privilégio, consciência social e um vocabulário que faria muito político corar. Quando ela escolhe um alvo, não é do tipo que solta nota neutra, é textão com data, contexto e recorte geopolítico, minha querida.

Nas redes, o efeito foi imediato: torcida de futebol dividida, galera dos direitos humanos aplaudindo de pé e fã-clube de jogador preparando dossiê para chamar a atriz de exagerada. Hashtags de boicote à Copa já vinham ganhando força mundo afora, e os vídeos de Luana entraram como combustível premium nesse movimento que critica o torneio em plena gestão Trump. Páginas de fofoca esportiva repostaram cada frase, influenciador político fez react e já tem marca calculando se vale a pena ou não colar a cara nesse Mundial cercado de controvérsia.

Aqui do meu sofá no Cosme Velho, vendo o caos diplomático virar pauta de entretenimento, eu só observo que a Copa de 2026 mal começou e já tem mais plot do que final de novela das nove. Se a moda pega e todo famoso resolver transformar story em sanção, a Fifa vai ter que entender o recado na linguagem que dói: a do buzz negativo e do estádio vazio. Porque, no fim, meu amor, quem dita o clima da temporada não é o Trump, é o algoritmo e hoje ele acordou de ressaca com a cara da Luana Piovani na tela.

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